Menezes Emidio Advogados Associados

Menezes Emidio Advogados Associados
Menezes Emidio - Tributario, Civil e Regulatorio com excelencia

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O que você faria se tivesse 1 Milhão?

E se você tivesse:


O que você faria?

Perguntinha capciosa essa não?

Não se espantem se começarem a ver com maior frequência este tipo de pergunta nos processos seletivos das empresas brasileira. Podem também ver este tipo de pergunta em avaliações periódicas das empresas.

O motivo????


Não, não é esse motivo, as empresas não estão distribuindo dinheiro por aí.

É mais simples do que se imagina, quantas vezes você mesmo não se fez esta pergunta? Você lembra das coisas que sonhou em fazer com esta quantia? Lembra de algo absurdo que tenha dito fazer caso tivesse 1 Milhão?

Eu me lembro de uma que ouvi:...."Gastaria tudo em biribinha"...

Pois é, na verdade o que está sendo avaliado quando se faz uma pergunta desta seja num processo seletivo ou até mesmo nas avaliações periódicas é o nível/grau de empreendedorismo da pessoa que está sendo avaliada.

As empresas querem saber em qual nível de amadurecimento profissional você se encontra, se você continuaria trabalhando caso isso(1 milhão) ocorrece, se você tem planos e metas, se você possui direção profissional, se sabe o que quer, objetivos, sonhos, etc.

É engraçado, pois isso era para ser algo íntimo de cada um, mas as empresas querem saber mais sobre seus funcionários e/ou futuros funcionários, procuram informações em redes sociais, blogs, sites de busca, páginas policiais, etc.

É interessante saírem um pouco do comum e fazer perguntas mais inteligentes como esta, sim, inteligentes, pensem como se fossem o dono da empresa, você não gostaria de saber quais são os planos dos seus colaboradores e/ou futuros colaboradores? Quais são os anseios deles, quais são as espectativas deles para com a empresa?

Numa avaliação ou até mesmo entrevista a empresa sempre passa de formas diferentes quais são os anseios dela para com o colaborador(a), mas sempre colocava perguntas como: Como você se imagina para daqui a 3 anos, ou 5 anos ou 10 anos?


É difícil externar este tipo de planejamento individual, pois é muito individual e muitas vezes é subjetivo, muito que ainda não amadureceram profissionalmente e até mesmo como pessoa fazem planos para o futuro baseado no fato presente, pior ainda para aqueles que estão com dificuldades de conseguir uma recolocação e que só pensa em conseguir atingir o seu objetivo presente, mesmo que seja para um plano futuro.

O fato é o seguinte: se você se deparar com este tipo de pergunta em algum tipo de processo avaliação, não brinque com coisa séria, querem saber se você tem planos de multiplicar esta fortuna e como seria o caminho para viabilizá-la. Se verem em você uma pessoa empreendedora, provavelmente te colocarão em cargos de liderança, ou em setores de planejamento estratégico, ou até mesmo na área comercial, ou área de gestão de projetos, etc.
Para você treinar um pouco, pegue uma prancheta e escreva um sonho seu, um plano de vida, algo que de tão distante deixa de ser palpável e faça o seguinte teste:

Obs: Antes de responder, lembre-se, estamos falando de um plano rpofissional
Qual é o seu projeto de vida?
Qual a localização geográfica para a realização do mesmo?
Hoje, qual a procura no mercado para o que você planeja?
Quanto custo para ficar do jeito que você quer?
Quanto tempo você espera para ter um retorno sobre o investimento feito?
Quanto você espera faturar no primeiro ano?
 

Agora imagine que você tenha 01 milhão, como ficaria esse planejamento?

Faça um Plano de Negócio(BP) como se você tivesse 01 Milhão,  e veja se você está mesmo preparado(a) para ter este dinheiro, ou até mesmo um "budget"(orçamento) para gerir uma unidade de negócio na empresa que você quer trabalhar ou já trabalha.

Vale a pena pensar nisso.

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO 2012 DE BONS NEGÓCIOS!

SEJA FELIZ!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Halloween

....E então abre-se um zoom, e o que era verdade absoluta é agora apenas um detalhe de uma grande falácia...finalizando assim a era das bruxas, onde lendas urbanas são apenas lendas e a verdade agora é a mentira de amanhã, sim...assim é a tecnologia, nós reles mortais temos a missão de cultivar a criatividade, ignorar opiniões tão démodé, mexer com a zona de conforto de tudo e de todos, sempre com a fórmula mágica que possibilita inovar, inovar e jamais parar....é um estilo de vida, frenético, mutável, nômades avesso ao estático, por definição, profissional de telecom, bruxos e bruxas incomparáveis e que venha a próxima novidade....diga-se de passagem, já nem tão nova assim no minuto seguinte.....


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O seu PABX pode estar nas NUVENS!


Pensar que a tecnologia evoluiria ao ponto de termos um PABX inteirinho na nuvem, não seria possível à alguns anos atrás, mas ver isso acontecer nos dias de hoje deixa a gente contente em poder ampliar os negócios sem ampliar os custos com infraestrutura, é como se eu pudesse simplesmente ter o sistema de atendimento da minha empresa na nuvem (internet) sem necessáriamente estar fixo em uma localidade, ou centralizado em uma cidade, eu posso simplesmente estar espalhado e ao mesmo tempo agrupado, o importante  é o que não muda hoje e não mudará nunca, sempre terei possibilidades tecnológicas para melhor atender meu cliente.

O VoIP surgiu como a revolução na telefonia. Utilizar a internet como forma de trafegar não somente dados como também voz, fez com que empresas no mundo todo pensassem que finalmente estariam livres das amarras, até então, impostas pelas operadoras de telefonia convencionais (as chamadas carriers) e passariam a navegar no mundo IP com seus aparelhos telefônicos.

Milhões de dólares de investimento e milhares de aborrecimentos depois, o VoIP passou a ser marginalizado e visto com maus olhos pelos usuários devido a diversas empresas de fachada que passaram a vender tráfego VoIP como se fosse água no deserto. Péssima qualidade de ligações, falta de completamento nas chamadas, bandas largas não tão largas assim e o pior, empresas que não existiam no país, mas que ofereciam tráfego baratinho, baratinho fizeram o mercado recuar.

Claro que empresa séria sempre existiu e até hoje estão aí. Tellfree, Vono, Tmais, Taho, Transit entre outras, são empresas que passaram por esta fase, se estruturaram e trataram seus clientes como deveriam tratar. Com qualidade, bom atendimento, tarifas acessíveis e impostos pagos. Hoje 80% do mercado brasileiro de VoIP está nas mãos de 8 empresas de porte, conforme divulgado na revista RTI.

A velha telefonia convencional já aprendeu que SVA (serviço de valor adicionado) além de incrementar receita, fideliza o cliente. E o VoIP, que nasceu com SVAs commodities como ligação grátis entre matriz e filial, secretária eletrônica, dentre outros, investiu somente nas grandes empresas e não soube explorar esta característica no mercado “SOHO” e “PME”, padecendo hoje de criatividade e desenvolvimento comercial para aumentar sua base de clientes, rentabilizar os clientes atuais e se embrenhar em novos mercados ainda hoje dominados pelas operadoras convencionais.

Hoje em dia, o advento do PABX Virtual e a acessibilidade do asterisk fizeram com que qualquer usuário leigo passasse a desfrutar das maravilhas que a tecnologia IP oferece, a custos baixos (até mesmo grátis) com os SVAs de diversos outros mais elaborados e que suprem as mais diversas necessidades.

As bandas largas um pouco mais largas proporcionaram a implementação do PABX virtual numa maior escalabilidade tanto para usuários residenciais quanto para pequenas e médias empresas. Trouxe para o mercado a comodidade e a facilidade dos PABX convencionais tais como: autoatendimento, captura de ligações, secretária eletrônica e rotas de menor custo. Disponibilizou também serviços que somente grandes empresas usufruíam graças aos seus contratos de fidelidade atrelados a consumos que uma pequena empresa não imaginaria faturar em vendas um ano todo. Serviços como voice-mail (sua mensagem de secretária eletrônica recebida na sua caixa de email), fila de espera, callback (ligação de retorno entre central PABX e usuário que disca), sipbroker, enum, etc., passaram a fazer parte do portfólio de opções que pequenos e médios empresários (até mesmo residenciais) puderam desfrutar.

Estas soluções estão ao alcance de qualquer usuário. E não são disponibilizadas pelas operadoras VoIP. Novas empresas foram criadas para oferecerem estes serviços. Se aproveitaram de uma lacuna deixadas pelas grandes operadoras VoIP que quiseram se assemelhar às Carrier ao invés de seguirem joviais e inovadoras. No Brasil podemos citar, como exemplo de empresas que aproveitaram esta oportunidade, a Transit Telecom (www.transitbrasil.com.br), uma empresa STFC pioneira na tecnologia VoIP, a Voipsharing (www.voipsharing.com.br), pioneira em SVAs VoIP, detentora dos números nacionais presentes no sipbroker; RedeT (www.redet.com.br), um grupo de jovens competentes conhecedores de asterisk, Tellfree (www.tellfree.com.br), grupo de empresários que investiram pesado em tecnologia classe 5, Vono (www.falevono.com.br), empresa do grupo Vivendi que aposta sempre na inovação e a última Sipcode (www.sipcode.com.br), a última novidade neste segmento, lançando um equipamento "facilitador" para a entrada no mundo VoIP, principalmente através do número local nacional disponibilizado para seus assinantes.

O grande desafio para para as pequenas e médias empresas ainda é conseguir link de internet de qualidade em regiões não tão próximas aos grandes centros, podemos destacar que sim é possível ser um pequeno a médio empresário com uma infraestrutura mínima que lhe garantirá grande capacidade de atendimento aos seus clientes.

Que venha a rede LTE para turbinar a internet no celular e assim podermos ficar mais virtualizados ainda. 
Abraços!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Planejamento Estratégico em Marketing

Boa noite!

Faz tempo, mas prometi que ia escrever novamente, dado a minha compenetrada tarefa de desenvolver produtos me dou hoje a tarefa de escrever a respeito do que venho acompanhando no meu dia-a-dia, o planejamento estratégico, esclarecendo:

Planejamento Estratégico: técnica administrativa que objetiva manter uma organização como um conjunto apropriadamente integrado a seu ambiente, identificando oportunidades e ameaças, pontos fortes e fracos para o cumprimento de sua missão.
Administração Estratégica: processo contínuo e iterativo que visa capacitar a organização de forma a permitir que as tomadas de decisões estejam de acordo com as decisões estratégicas.
Decisão Estratégica_ é toda aquela que resulta numa nova maneira de distribuir ou utilizar os recursos básicos da empresa; nem toda decisão estratégica é de longo prazo, embora seja, necessariamente, de longo alcance. Envolve, portanto, os escalões superiores da organização.

Seguindo esta linha de raciocínio podemos dizer então que outro aspecto ligado às atribuições de responsabilidade entre os diversos níveis organizacionais é:
  1. Estratégico: Orienta o foco e a direção a ser seguida pela organização, adaptando-a ao ambiente de Marketing, geralmente conduzido pela alta administração (Presidência, Conselho de Administração e Direção).
  2. Tático Administrativo: Atribuição dos escalões intermediários (Gerências), compreende a coordenação, planejamento, implementação e controle dos planos formulados em cada uma das áreas de competência, com vista ao cumprimento do direcionamento estratégico proposto no nível anterior.
  3. Operacional: Implementação das ações necessárias ao cumprimento das decisões estratégicas definidas nos níveis anteriores.
Assim, tenho de concordar com o que leio no livro de McCARTHY e PERREAULT (1997, p.43) que definem o planejamento estratégico como um processo administrativo destinado a manter o equilíbrio entre os recursos de uma organização e suas oportunidades de mercado.Filtrando os poréns eu resumo a leitura escrevendo alguns trechos que podemos retirar desta página 43:
...que é um  trabalho da alta administração que inclui não apenas o planejamento das atividades do marketing, mas também produção pesquisa e desenvolvimento e outras áreas funcionais. [...] os planos do departamento de marketing não são os planos de toda a empresa, por outro lado, os planos da empresa devem ser orientados para marketing. Os planos do gerente de marketing podem dar o tom e a direção para toda a empresa. Assim usaremos planejamento estratégico e planejamento estratégico de marketing com o mesmo significado.

Planejamento estratégico de marketing, concluem os autores acima, significa encontrar oportunidades atraentes e desenvolver estratégias de marketing rentáveis.

O planejamento de marketing compreende:

  1. Avaliação de oportunidades;
  2. Fixação de objetivos;
  3. Planejamento de estratégias de marketing;
  4. Desenvolvimento dos planos de marketing;
  5. Desenvolvimento do programa de marketing.
Dizer que o planejamento estratégico da empresa tem de estar de mãos dadas com os objetivos da organização é semântica pois na governança corporativa é praticamente ortodoxo estar discriminado todos os planos de marketing estratégicos para o ano corrente, e ainda um "road map" para os anos seguintes.

O processo de planejamento estratégico de mercado descrito por Ferrell (2000) integra a gestão estratégica da organização, e contempla as seguintes etapas:


  1. Análise dos ambientes interno, externo e dos consumidores.
  2. SWOT_ Análise das forças e fraquezas internas e das oportunidades e ameaças externas.
  3. Missão, metas e objetivos organizacionais.
  4. Estratégia corporativa ou estratégia das unidades de negócio. (afetam todas as áreas funcionais da organização, marketing, finanças, produção recursos humanos, etc.).
  5. Metas e objetivos de marketing o Estratégia de marketing o Implementação o Avaliação e controle o Plano de marketing.

Estas etapas se forem bem observadas são nativas de um BP ou PN para os íntimos, um plano de negócio sem estas etapas não está completo, nem se quer preciso, para estar vago precisa ainda de muita coisa. É bom se atentar para as especifidades de se estudar um negócio que vai seguir, pois precisa conhecer o solo onde está plantando esta idéia, caso contrario este novo negócio estará fadado ao fracasso. 

Amanhã, ou depois eu continuo........
Abraços!

domingo, 6 de março de 2011

O que é MVNO?

Amigos, coletei no site Teleco.com.br o artigo abaixo que expressa bem o conceito desta terminologia e como está sendo trabalhada no Brasil:

O que é um MVNO?


O Mobile Virtual Network Operator (MVNO) ou Operador móvel virtual é um operador de celular que:
  • Não possui rede própria nem frequências.
  • Utiliza a rede de outras operadoras
  • Compra no atacado (minutos, SMS, dados,...)
  • Paga um preço com desconto em relação ao preço médio do varejo ou tem participação na receita.
O MVNO de sucesso tem:
  • Foco em segmento do mercado mal servido
  • Proposta de valor única para este segmento (superserviço)
  • Acesso a canais de distribuição não tradicionais
  • Menor custo de aquisição
  • Baixo custo operacional

Exemplos de segmento de mercado: grupos étnicos, corporativo, jovens e estudantes de universidades.


Modelos de negócio do MVNO 

A tabela a seguir apresenta 3 modelos básicos de relacionamento do MVNO com a operadora.


Modelo
Rede
OSS, VAS,
CRM, Billing
Conteúdo
Aplicações
Marca
Distribuição
1
Operadora
Operadora
Operadora
MVNO
2
Operadora
Operadora
MVNO
MVNO
3
Operadora
MVNO
MVNO
MVNO


O MVNO pode adotar diferentes modelos de negócio:
  1. Atua como revenda colocando sua marca e fazendo a distribuição. Demais funções ficam com a operadora.
  2. Oferece também conteúdo e aplicações. Utiliza o OSS, VAS, CRM, Billing da Operadora.
  3. Se responsabiliza por toda a cadeia exceto a rede e compra apenas minutos, SMS e dados da operadora.
Ter uma infraestrutura própria para executar todas as funções do modelo 3 dá mais flexibilidade ao MVNO mas implica em um investimento maior.

MVNE

Uma solução intermediária é utilizar um Mobile Virtual Network Enabler (MVNE) para implementar parte das funções como OSS, VAS, CRM e Billing. Um MVNE é uma empresa diferente da operadora que possui estes sistemas e presta serviços para um ou mais MVNOs.
 

Vantagens e riscos para as Operadoras
 

Para existir MVNO em um país é necessário que pelo menos uma das operadoras de celular considere vantajoso se associar a um MVNO.

A principal vantagem para a operadora é a possibilidade de aumentar a receita e base de clientes com menor custo de aquisição.

Os possíveis riscos que o MVNO trás para as operadoras são a perda dos melhores clientes, aumento da competição e do churn. De qualquer forma é melhor para a operadora perder clientes para um MVNO associado do que para um MVNO do concorrente.

Fonte: http://www.teleco.com.br/mvno.asp

É bom saber também que este serviço já é autorisado pela ANATEL:

O Conselho Diretor da Anatel aprovou em 18 de novembro de 2010 o Regulamento Sobre Exploração de Serviço Móvel Pessoal por meio de Rede Virtual.

Regulamento sobre Exploração de Serviço Móvel Pessoal – SMP por meio de Rede Virtual (RRV-SMP).
Res. n° 550 de 22/11/10


Importante saber que já possui algumas empresas de MVNO, seguem abaixo:

Porto Seguro Telecomunicações

Esta é a primeira empresa a operar MVNO no Brasil, algumas outras indicada pelas próprias operadoras ainda estão em aprocvação na ANATEL.


A Porto Seguro fará uma parceria com a TIM para a oferta deste serviço e isso ficou bem claro na última entrevista Eduardo Rezende Gerente Sr. da TIM:


A TIM, operadora que recebeu a primeira MVNO do Brasil, reconhece que o modelo canibaliza a sua base de clientes. Entretanto, a empresa enxerga na iniciativa mais a ganhar do que a perder. "A canibalização existe sim, mas tem que ser administrada por um bom relacionamento tanto comercial quanto contratual", afirma Eduardo Rezende, sênior manager da TIM. O executivo disse que não acredita no sucesso de modelos cujo objetivo é oferecer um serviço mais barato que o da operadora real.

Outro ponto observado pelo executivo é que embora a TIM possa perder alguns clientes que migrarão para a Porto Seguro Telecomunicações, a operadora ganha com a venda de minutos no atacado para a MVNO. A situação é melhor em relação às outras operadoras que perderão os clientes, mas não estão no negócio de atacado.

A operadora, embora pareça ser a mais bem estruturada para receber as MVNOs, não pretende que a gestão dessas parcerias se torne extremamente complexa dentro da sua estrutura. "Partimos da premissa do mínimo impacto interno para não tirar o foco do nosso core business", diz ele, acrescentando que a empresa não desenvolverá uma oferta pronta para MVNOs. "O produto não é padrão. É negociado com o cliente", diz ele. Eduardo Rezende participou nesta terça-feira, 22, de seminário organizado pela Network Eventos em São Paulo. 


Fonte: http://www.teletime.com.br/22/02/2011/tim-reconhece-que-a-mvno-canibaliza-sua-base/tt/215138/news.aspx


O que você acha sobre esta modalidade comercial de um mesmo produto?

Abraços!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Falta que falta me faz escrever...

Amigos,

desculpem o vácuo de notícias, estou ajuntando um monte de coisa para escrever, acredito que neste carnaval, tudo vai ser diferente.

Saudades de todos.

Abraços!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Comunicaçlões Unificadas - Mas o que é isso - UC?

É, todos tem falado muito em comunicações unificadas, mas será que todos nós estamos prontos para utilizar tanta coisa?

A resposta é muito simples: SIMMMMMM......temos de estar prontos para usar, pois nas empresas seja elas do tamanho que for, todos estão praticamente sem tempo, pior, sem tempo até para ter tempo. A idéia é muito simples, tornar mais pratico possível aquelas reuniões para definição de projeto, tornar prático aqueles trabalhos em colaboração, quanto mais remoto melhor, quanto menos eu sair da minha mesa mais produtivo eu serei. E como se faz isso, simples:

As comunicações unificadas (UC - United Communications) é a integração de serviços de comunicação em tempo real, tais como mensagens instantâneas (chat), informações de presença , telefonia (incluindo telefonia IP ), vídeo conferência , controle de chamadas e de reconhecimento de fala em tempo real com serviços de comunicação não é só isso, como também mensagens unificadas (integração de voz , e-mail , SMS e fax ). UC não é um único produto embarcado, é um pacote de aplicações e serviços em um equipamento ou mais que oferece uma interface unificada e consistente fácil de ser operada pelo usuário que possui múltiplos dispositivos multimídia.
UC também se refere a uma tendência para oferecer negócios de integração de processos , ou seja, para simplificar e integrar todas as formas de comunicação com vista a optimizar processos de negócio e reduzir o tempo de resposta, gerir os fluxos, e eliminar as dependências e os meios do dispositivo.
Em seu sentido mais amplo UC pode abranger todas as formas de comunicação que são trocadas através do meio da rede / TCP IP para incluir outras formas de comunicação, como Internet Protocol Television (IPTV) e de Digital Signage das Comunicações, conforme eles se tornam parte integrante da rede comunicações de implantação e pode ser dirigida como 1-1 comunicações ou transmissão de comunicações de um para muitos.
UC permite a um indivíduo para enviar uma mensagem em um meio de comunicação e receber os mesmos em qualquer outro suporte.Por exemplo, pode receber uma mensagem de voz e escolha para acessá-lo através do e-mail ou um telefone celular. Se o remetente é on-line de acordo com as informações de presença e, atualmente, aceita chamadas, a resposta pode ser enviada imediatamente através de chat de texto ou chamada de vídeo. Caso contrário, pode ser enviado como uma mensagem em tempo real que não pode ser acessado através de uma variedade de mídias.

Em resumo, podemos definir que a UC é sim uma solução que visa otimizar nosso tempo dentro do cotidiano empresarial, onde precisamos fazer tarefas múltiplas e para tornar o troço emocionante, TUDO COM PRAZO CURTÍSSIMO.

E você, está pronto para mais este avanço?

Abraçlos! 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Receita de dados da NTT DoCoMo ultrapassará a de voz em março

Além de já ter alcançado uma penetração de 100% de 3G, a japonesa NTT DoCoMo está prestes a conquistar uma nova marca: de acordo com o presidente e CEO da operadora, Ryuji Yamada, a receita média por usuário (ARPU) de dados deve ultrapassar a ARPU de voz em março próximo. Nos últimos três anos, a ARPU de voz caiu de quase 5 mil Ienes para cerca de 3 mil Ienes. Nesse período, a receita média por usuário de dados vem mantendo uma curva pequena de crescimento, porém constante.

A NTT acredita que o segmento de comunicação machine-to-machine (M2M) tem grande potencial para gerar mais receitas. "Hoje temos cerca de 3,86 milhões de módulos conectados, o que representa 44% do mercado de M2M no Japão, e devemos chegar a 2015 com 14,95 milhões de módulos", prevê Yamada.

A NTT aposta na expansão do número de dispositivos conectados para, em conjunto com fornecedores e parceiros de conteúdo, oferecer serviços diferenciados e convergentes e não ser apenas um "dumb pipe", ou seja, simplesmente um cano de tráfego de dados. "Estamos suscetíveis a nos tornar um dumb pipe, mas estamos determinados a não perder essa corrida", avisa Yamada. "Nossa estratégia é expandir nossa base de smartphones, implementar a infraestrutura de LTE e introduzir novos serviços convergentes", complementa. A ideia é expandir a conectividade para equipamentos industriais, automóveis e aparelhos eletrônicos de consumo. A meta da operadora é que esses novos serviços gerem 100 bilhões de Ienes em receitas até 2012.

Yamada participou do painel "Connecting the Dots - A 360° View on Consumer Electronics", que aconteceu nesta quarta-feira, 16, no Mobile World Congress, em Barcelona.

"Internet of everything"

Para o chairman e CEO da Qualcomm, Paul Jacobs, o telefone terá papel fundamental em um mundo em que tudo estiver conectado. "O telefone estará no centro de tudo, orquestrando todo esse ambiente complexo; porque se vamos interagir com todos esses dispositivos, é bom que seja algo transparente, simples e seguro".

Um das possibilidades, segundo Jacobs, é que tenhamos, num futuro não muito distante, uma série de serviços de interação peer-to-peer baseados em proximidade. "Até 2014, 70% de todos os eletrônicos de consumo terão conectividade com a internet e, na área de mobile health, mais de 400 mil sensores corporais sem fio serão fabricados", aponta.

Já o presidente e CEO da Nokia, Stephen Elop, destacou que o compromisso da fabricante é conectar o próximo bilhão de pessoas à Internet. "Não podemos esquecer que 8% da população estão fora do alcance da cobertura de telefonia móvel, mas podemos mudar isso em uma ação coletiva", diz. A Nokia está investindo para inserir browsers, redes sociais e serviços em parceria com operadoras e desenvolvedores locais em seus aparelhos de baixa gama.



Prontos para consumirem a tecnologia na marra?

Abraços!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Transição

Amigos,

Estou passando por uma fase de transição profissional e por isso não estou podendo nesta semana postar nada novo.

Espero que entendam e aguardem novidades.

Abraços!

Evandro Menezes

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Para discontrair no fim de semana

Quase não dá tempo de postar neste sábado, mas cheguei a um ponto de internet a tempo, vejam os micos abaixo:


Que mico né...tadinha.

Mas isso não é o bastante, veja esse cara que ascefalo......mas é engraçado mesmo:





Espero que gostem dessas..

Abraços!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O Ciclo de melhorias contínuas ou PDCA

Bom dia!

Já falamos de forma resumida sobre GOVERNANÇA CORPORATIVA sem mensionar(não por acaso) a prática do COSO ou do bom e velho CICLO PDCA, muito, mas, muito eficiente mesmo.

Não se desesperem, vou sim falar dos dois, porém, como COSO é um comitê americano, vou transcrever as alíneas abaixo:
"
O COSO® (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission) é uma organização privada criada nos EUA em 1985 para prevenir e evitar fraudes nas demonstrações contábeis da empresa.
Inicialmente criada como National Commission on Fraudulent Financial Reporting (em português: Comissão Nacional sobre Fraudes em Relatórios Financeiros), essa comissão era formada por representantes das principais associações de classes de profissionais ligados à área financeira. O primeiro objeto de estudo da comissão foram os controles internos da empresas. Essa comissão posteriormente tornou-se um comitê e passou a se chamar COSO - Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (em português: Comitê das Organizações Patrocinadoras).
O COSO é uma organização sem fins lucrativos, dedicada a melhoria dos relatórios financeiros, sobretudo pela aplicação da ética e efetividade na aplicação e cumprimento dos controles internos e é patrocinado pela cinco das principais associações de classe de profissionais ligados à área financeira nos EUA.
Em decorrência da globalização e padronização internacional das técnicas de auditoria, as recomendações da COSO, relativas ao controles internos, bem como seu cumprimento e observância, são amplamente praticados e tidos como modelo e referência no Brasil e na maioria dos países do mundo."(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/COSO)

Em resumo COSO é um comitê que desenvolveu um conjunto de normas técnicas e processos para auditoria nos controles internos da empresa. Um detalhe muito interessante é que foi desenvolvido uma Lei que mais parece uma ferramenta metodológica ou se preferir paradigmática utilizada de forma compulsória por auditores para a efetiva aplicação destes controles internos segundo os preceitos do COSO, e esta Lei/Paradigma é o famoso SOX(Sarbanes-Oxley), que deve ser aplicado em toda e qualquer empresa que se interessar em abrir o capital no mercado de valores, ah....detalhe não citado, não pode ser qualquer auditoria, só a Price fulana de tal, Ernest ciclana e tal e outras.

Pode não parecer mas o assunto hoje tem a ver com esta longa intrrodução, o CICLO PDCA.

PDCA - P- Plan "Planejar" ( Estabelecer as metas); D- Do "Executar" ( Executar o que foi estabelecido); C- Check "Verificar" ( Verificar o que foi executado); A- Action "Atuar" ( Em função dos resultados ), ciclo de Shewhart ou ciclo de Deming, é um CICLO de desenvolvimento que tem foco na melhoria contínua.
O PDCA é um método para atingir as metas, ou seja, método de gerenciamento de processos ou de sistemas. O Ciclo PDCA nasceu no escopo da tecnologia TQC (Total QualityControl) como uma ferramenta que melhor representava o ciclo de gerenciamentode uma atividade. Portanto, um diretor ou gerente ou vendedor precisam dominar o PDCA. Este método é o caminho para se atingirem as metas atribuídas aos produtos dos sistemas empresariais.


 http://www.anythingresearch.com/Strategic-Planning/PDCA-Plan-Do-Check-Act.htm

No CICLO PDCA há dois tipos de metas: 
-Metas para manter; 
-Metas para melhorar.

Metas para manter
Exemplos de Metas para manter: " Atender ao telefone sempre antes do terceiro sinal". Estas metas podem também ser chamadas de "metas padrão". Teríamos, então, qualidade padrão, custo padrão, prazo padrão, etc... As metas padrão são atingidas através de operações padronizadas. O plano para se atingir a meta padrão é o Procedimento Operacional Padrão (POP). O conjunto de procedimentos operacionais padrão é o próprio planejamento operacional da empresa. O PDCA utilizado para atingir metas padrão, ou para manter os resultados num certo nível desejado, pode então ser chamado de SDCA (S de Standard)
Metas para melhorar
Exemplos de Metas para melhorar: " Reduzir o desperdício em 10% em um mês" ou " aumentar a produtividade em 15% até dezembro." Para atingir novas metas, ou novos resultados, devemos modificar a "maneira de trabalhar", ou seja, modificar os Procedimentos Operacionais Patrão.

 Nos cursos e palestras que ministro nas empresas é fácil esclarecer onde melhor se aplica o ciclo PDCA, fazendo perguntas aos perguntadores:
Qual o "core-business" da empresa? R: Fertilizantes enlatados.
Qual é a meta da empresa para este mês/ano? R: 5 milhões/mês e 60 milhões/ano
Quem são os responsáveis por atingir as metas? Não chego a concluir a pergunta e a resposta vem a capela R: Departamento de Vendas!!!!......isso me dá uma gastura!!!!!

Não, não é somente o departamento de vendas o responsável pelas metas, e é este o motivo de estarmos aqui, como dizia um estudo da UFSC:
"As transformações que vêm ocorrendo na sociedade, onde informação e conhecimento são os bens
de maior valor, têm levado pessoas e organizações a reformularem seus comportamentos e estratégias,
visando manterem-se competitivas e sustentáveis. A Gestão do Conhecimento nas organizações propõe
desafios intrínsecos, dentre os quais estão a determinação de qual conhecimento se deve tomar como foco
de estudo e onde estão suas fontes. Nesse novo cenário, o conhecimento do próprio mundo, como mundo,
é necessidade intelectual e vital, simultaneamente. Impõe-se, pois, como a questão universal de todo ser
humano do novo milênio, não apenas o acesso à informação sobre o mundo, mas como articulá-la? Como
organizá-la? Como perceber o Contexto, o Global, o Multidimensional, o Complexo? Em relação a essas
questões, Morin (2004), menciona que para articular e organizar os conhecimentos e assim reconhecer os
problemas do mundo é necessário uma reforma de pensamento. Tal reforma, contudo, é paradigmática e
não programática: é questão fundamental de educação, já que se refere à aptidão do ser humano, para
organizar o conhecimento."

Para se implantar o processo de melhorias contínuas com o PDCA nesta empresa, será necessário mudar não só os procedimentos e individuais de um setor da empresa, mas a cultura individualizada no coletivo também, entendendo que, mudando os objetivos individuais para um objetivo unificado para o coletivo uma eespécie de reescrever "missão, visão e valor" e repensar os reais objetivos da empresa. Eu complico mas esplico:

A meta mensal daquela empresa era atingir o volume de vendas gerando um faturamento de 5 milhões certo? E qual seria o lucro real para os investidores;acionistas da empresa caso atinjam este volume, qual é o famigerado "market-share"? Um infeliz grita lá no fundão tentando camuflar a voz: 10% pela lógica = R$ 500.000,00 (Não, deste 10%, 20% é para o fundo de contingência da empresa).

Fiz as contas:
Se a empresa quer faturar R$ 5.000.000,00 e o lucro é de 10%( R$500.000,00), então o custo operacional é 90%(4.500.000,00) correto? R: simmmm

Vamos refazer o negócio da seguinte forma, e se manter a meta atual(que não sei qual é) e, implantarmos técnicas de governança corporativa com o ciclo PDCA e partir pras cabeças....hummm....não, não é cortar cabeças e sim agir:

Dos 90% de custo operacional se conseguirmos baixar para 80%, os investidores vão ficar mais feliz, mesmo com a meta atual? R: $immmm.

Pronto, está definido a nova metar corporativa, todos os setores apresentarão na aula de amanhã um plano para reduzir os custos do seu setor, de preferência sem cortar cabeças.

Entenderam o motivo da meta não ser somente da equipe de vendas?

Existe um conceito que diz: "Todo cliente interno é um multiplicador das pontencialidades dos produtos da empresa, se o produto é bem divulgado dentro da empresa, será multiplicado somente coisas boas sobre ele, mas se não é feito um excelente endo-marketing e o cliente interno não tem muito o que falar, logo será multiplicado o que for imaginado por ele, drja coisa boa ou num dia de mal-humor, coisa ruím", ou seja, todo funcionario da empresa é um vendedor natural da imagem da empresa, dos produtos da empresa, da sua própria imagem dentro e fora da empresa.

A meta de vendas e vender e atingir um dado volume de vendas, a meta de cada um dos outros setores é agilizar o processos operacionais e reduzir custos sempre. Tem empresas que premia o setor com a maior economia ou por atingimento de metas.

Por isso que em empresas fabrís ou mesmo de serviços o plano de melhoria contínua é mais que importante é excencial para o seu sucesso.

Muitos que não estão envolvidos nos processos da empresa nem devem saber, mas a sua empresa com certeza deve ter um procedimento mesmo que mínimo de melhoria continua, para perceber basta conhecer melhor os processos e procedimentos da empresa, com certeza terá um aviso na impressora dizendo pra imprimir somente o necessário, ou, regras de discagem nos telefones, ou VOIP, deve ter algum procedimento de administração do tempo, devem ter reuniões semanais, etc.

Fique atento e observe:

Sua empresa utiliza algum dos processos de melhorias contínuas para a maximização de lucros?

Abraços!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Continuando sobre Melhores Práticas - PMBOK

Bom dia!

Já falamos dos dois conceitos mais divulgadas no mitiê corporativo, ITIL e COBIT, hoje vamos ser mais práticos e concisos e falar do complexo PMBOK, e como podemos aplicar no dia-a-dia da sua empresa.

PMBOK - "Project Management Body of Knowledge, também conhecido como PMBOK[1] é um conjunto de práticas em gestão de projectos (português europeu) ou gerência de projetos (português brasileiro) publicado pelo Project Management Institute (PMI) e constitui a base do conhecimento em gerência de projetos do PMI. Estas práticas são compiladas na forma de um guia, chamado de Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos, ou Guia PMBOK.
O Guia PMBOK identifica um subconjunto do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos, que é amplamente reconhecido como boa prática, sendo em razão disso, utilizado como base pelo Project Management Institute (PMI). Uma boa prática não significa que o conhecimento e as práticas devem ser aplicadas uniformemente a todos os projetos, sem considerar se são ou não apropriados." (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Project_Management_Body_of_Knowledge).

Na prática PMBOK é um livro que serve como guia de boas práticas para melhor conduzir um projeto ou um conjunto de projetos. Como toda técnica de melhores práticas, o PMBOK já passou por atulizações sendo que a última ddocumentada foi em 2004 que consiste de 44 processos agrupados em cinco grupos e nove áreas de conhecimento.


Conjunto de conhecimentos de acordo com o PMBOK

  

Para o  melhor entendimento da distribuição de processos na tabela completa demonstrada acima, podemos usar a seqüência numérica 756 33 44 66. Cada número deste significa a quantidade de processos que uma área de conhecimento possui e, por isso, se somarmos os algarismos que compõem a seqüência, chegaremos a 44, sendo este o número total de processos do PMBoK.
Para associarmos cada algarismo à área de conhecimento, é preciso frisar que a disposição das áreas sempre será esta: Integração, Escopo, Tempo, Custos, Qualidade, RH, Comunicação, Riscos e Aquisições.
Pela associação, temos:
  • 7 processos no Gerenciamento de Integração;
  • 5 processos no Gerenciamento de Escopo;
  • 6 processos no Gerenciamento de Tempo;
  • 3 processos no Gerenciamento de Custos;
  • 3 processos no Gerenciamento de Qualidade;
  • 4 processos no Gerenciamento de RH;
  • 4 processos no Gerenciamento de Comunicação;
  • 6 processos no Gerenciamento de Riscos; e
  • 6 processos no Gerenciamento de Aquisições.
Desossando um pouco mais, temos:
Gerenciamento de Integração:
  • 7 processos ao todo.
  • 2 processos na Iniciação.
  • 1 processo no Planejamento.
  • 1 processo na Execução.
  • 2 processos no Monitoramento e Controle.
  • 1 processo no Encerramento.
Gerenciamento de Escopo:
  • 5 processos ao todo.
  • 3 processos no Planejamento.
  • 2 processos no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Tempo:
  • 6 processos ao todo.
  • 5 processos no Planejamento.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Custos:
  • 3 processos ao todo.
  • 2 processos no Planejamento.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Qualidade:
  • 3 processos ao todo.
  • 1 processo no Planejamento.
  • 1 processo na Execução.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de RH:
  • 4 processos ao todo.
  • 1 processo no Planejamento.
  • 2 processos na Execução.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Comunicações:
  • 4 processos ao todo.
  • 1 processo no Planejamento.
  • 1 processo na Execução.
  • 2 processos no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Riscos:
  • 6 processos ao todo.
  • 5 processos no Planejamento.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Aquisições:
  • 6 processos ao todo.
  • 2 processos no Planejamento.
  • 2 processos na Execução.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
  • 1 processo no Encerramento.
Por incrível que pareça, apesar de sua burocrática complexidade, teenho de adimitir que o procedimento como um todo funciona bem, volto a dizer que para pequenas empresas é complicado, mas este se aplica não só em TI, mas na esfera Governança Corporativa toda.

Como qualquer conjunto de metodologias, atens de usar, leia a bula, é importante saber se sua empresa está com capacidade operacional e técnica para implantar estes procedimentos de projetos. Existem software gratuitos que são muito bons, um deles é o DOT PROJECT, eu utilizo este e é muito prático, nos meus clientes por questão de compatibilidade de documentação eu utilizo o MS Project mesmo.

Ressalto que resumi o máximo necessário, mas este assunto é bem longo e neste caso passo aqui o link de um treinamento do Centro de Informática da UFPE coordenada pelo Sr. Hermano Perrelli (http://www.di.ufpe.br/~hermano/download/tutoriais/o-modelo-pmbok.pdf).

Sua empresa possui uma área de projetos? E ela segue qual metodologia?

Abraços!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Continuando sobre Melhores Práticas - COBIT

No artigo anterior puxei alguns fios do novelo chamado ITIL, fica evidente que: 
Como qualquer tipo de padronização e/ou prática a tendência sempre é o aperfeiçoamento da sua aplicabilidade;
Não é só no ambiente de tecnologia que é aplicado o modelo de melhores práticas ITIL;
Para a inclusão deste modelo é ideal ter um profissional de Processos e/ou a mais nova profissão Analista ITIL, documentar procedimento e gerir a sua aplicabilidade de forma constante até que a empresa sinta os efeitos cultural e financeiro leva um certo tempo, e, para empresas que requerem o ISO 20000 e a norma BS 15000 é mais que importante estas práticas.

Mas o assunto de hoje é COBIT?...oi...

COBIT - "do inglês, Control Objectives for Information and related Technology, é um guia de boas práticas apresentado como framework, dirigido para a gestão de tecnologia de informação (TI). Mantido pelo ISACA (Information Systems Audit and Control Association), possui uma série de recursos que podem servir como um modelo de referência para gestão da TI, incluindo um sumário executivo, um framework, objetivos de controle, mapas de auditoria, ferramentas para a sua implementação e principalmente, um guia com técnicas de gerenciamento. Especialistas em gestão e institutos independentes recomendam o uso do CobiT como meio para otimizar os investimentos de TI, melhorando o retorno sobre o investimento (ROI) percebido, fornecendo métricas para avaliação dos resultados (Key Performance Indicators KPI, Key Goal Indicators KGI e Critical Success Factors CSF).
O CobiT independe das plataformas de TI adotadas nas empresas, tal como independe do tipo de negócio e do valor e participação que a tecnologia da informação tem na cadeia produtiva da empresa." (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/CobiT).

O famigerado COBIT é sim excelente para uma corporação de médio à grande porte, para uma pequena empresa não é muito prártico, veja bem, isso é uma opnião e não um fato, mas tire as suas próprias conclusões após ler o artigo.

Eu vou fundamentar a minha opnião:

O COBIT é composto por 04 (quatro) domínios e estes possuem 34(sim trinta e quatro) processos dos quais 02 (dois) objetivos de controle para cada domínio. Os domínios são:
  • Planejar e Organizar
  • Adquirir e Implementar
  • Entregar e Dar Suporte
  • Monitorar e Avalia
Vamos agora mostrar que os 34 processos são bem divididinhos:
Planejar e Organizar
PO1 Definir um Plano Estratégico de TI
PO2 Definir a Arquitetura de Informação
PO3 Determinar o Direcionamento Tecnológico
PO4 Definir os Processos, Organização e Relacionamentos de TI
PO5 Gerenciar o Investimento em TI
PO6 Comunicar as Diretrizes e Expectativas da Diretoria
PO7 Gerenciar os Recursos Humanos de TI
PO8 Gerenciar a Qualidade
PO9 Avaliar e Gerenciar os Riscos de TI
PO10 Gerenciar Projetos

Muita atenção nestes processos de planejamento e organização, pois estes são os processos mais importan tes para a implantação da Governança de TI na sua empresa. São os procedimentos mais utilizados nas maiorias das empresas com algum procedimento de melhores práticas.

No ITIL v2 tem as 10 gerências que são de suma importância para a sua aplicabilidade e ter uma enorme chance de êxito. No COBIT são estes 10 processos.

Muita atenção pois a Governança em TI está cada vez mais sendo aplicada, hoje é difícil ver uma empresa que não fale esta linguagem e hoje já está faltando profissionais que gerenciem projetos e processos de implantação destas práticas e melhorias do conceito como um todo.

Adquirir e Implementar
AI1 Identificar Soluções Automatizadas
AI2 Adquirir e Manter Software Aplicativo
AI3 Adquirir e Manter Infraestrutura de Tecnologia
AI4 Habilitar Operação e Uso
AI5 Adquirir Recursos de TI
AI6 Gerenciar Mudanças
AI7 Instalar e Homologar Soluções e Mudanças

Os processos pertencentes a este domínio são importantes para expansão/mudança do parque tecnológico com o objetivo de ampliar a capacidade de processamento e aumentar a vida útil dos sistemas de TI.

Entregar e Dar Suporte
DS1 Definir e Gerenciar Níveis de Serviço
DS2 Gerenciar Serviços de Terceiros
DS3 Gerenciar Capacidade e Desempenho
DS4 Assegurar Continuidade de Serviços
DS5 Assegurar a Segurança dos Serviços
DS6 Identificar e Alocar Custos
DS7 Educar e Treinar Usuários
DS8 Gerenciar a Central de Serviço e os Incidentes
DS9 Gerenciar a Configuração
DS10 Gerenciar os Problemas
DS11 Gerenciar os Dados
DS12 Gerenciar o Ambiente Físico
DS13 Gerenciar as Operações

No domínio Entregar e Dar Suporte se aplica com foco nos aspectos de entrega de tecnologia da informação. Garantem a execução de aplicações dentro do sistema de TI e seus resultados, assim como os processos de suporte que permitem a execução de forma eficiente e efetiva. Esses processos de suporte também incluem questões de segurança e treinamento. São seguidos à risca por "contact-centers".

Monitorar e Avaliar
ME1 Monitorar e Avaliar o Desempenho
ME2 Monitorar e Avaliar os Controles Internos
ME3 Assegurar a Conformidade com Requisitos Externos
ME4 Prover a Governança de TI

Este é o último domínio mas não menos importante que os anteriores, o domínio de Monitorar e Avaliar lida com a estimativa estratégica das necessidades da companhia e avalia se o atual sistema de TI atinge os objetivos para os quais ele foi projetado e gerencia os requisitos para atender objetivos regulatórios. Ele também garantem as questões de estimativa, independentemente da efetividade do sistema de TI e sua capacidade de atingir os objetivos de negócio, controlando os processos internos da companhia através de auditores internos e externos.
Eu costumo dizer que neste último domínio é onde identificamos se todos os outros foram executados corretamente, por isso que temos sempre os auditores acompanhando este domínio de perto, pois existem ferramentas como o famoso "dash-board" onde se tem gráficamente o andamento da Governança como um todo, importante ressaltar que a funcção do Diretor de TI é alinhar todo o planejamento da Governança de TI com os objetivos de negócios da empresa, resumindo, alinhamento estratégico de TI com os negócios da empresa, visa potencializar o "core business"objetivando LUCRO.

Definições ortodoxas à parte, vale frizar que toda e qualquer empresa pode ter princípios de governança em TI, mas a aplicabilidade de COBIT ao pé da letra é pertinente para grandes empresas, pois até mesmo as médias empresas despreza alguns métodos e processos, podem até não adimitir, mas sim, desprezam processos que são inviáveis segundo sua estrutura real.

Por isso que antes de uma empresa implantar os processos de Governança em TI, normalmente é contratado uma consultoria para verificar se as condições atuais da empresa viabilizam a sua implantação.

Você já verificou se a sua empresa possui os procedimentos de COBIT ou se preferir a Governança em TI?

Abraços!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Compreendendo as melhores práticas - ITIL

Você certamente já ouviu falar dentro da sua empresa sobre o assunto MELHORES PRÁTICAS, ou se você trabalha em uma empresa de médio ou grande porte pode ter ouvido falar em "BPO - OUTSOURCING", estes termos na prática seria exatamente o quê?

Bom, vamos divir o assunto em duas partes, hoje eu falo sobre melhores práticas e amanhã eu falo sobre "outsourcing".

MELHORES PRÁTICAS

Hoje com as agilidade, eficiência, gestão de risco e busca pela maior qualificação, as empresa tem buscado consultores e/ou profissionais para inserir dentro de sua cultura os procedimentos de "melhores práticas" através dos conceitos de melhores práticas mais conhecidos e são eles:

ITIL - Information Technology Infrastructure Library
COBIT - IT Governance Framework (Voltado para TI)
PMBok - Project Management Budy of Knowledge

Estes são os principais, mas possui ainda outros mais complexos e mais voltados a controladoria que nesta oportunidade não nos aprofundaremos, hoje vamos dar uma visão geral sobre a técnica que é mais difundida e aplicada aqui no Brasil em todos os setores da economia:

ITIL - "Information Technology Infrastructure Library: é um conjunto de boas práticas a serem aplicadas na infraestrutura, operação e manutenção de serviços de tecnologia da informação (TI). Foi desenvolvido no final dos anos 1980 pela CCTA (Central Computer and Telecommunications Agency) e atualmente está sob custódia da OGC (Office for Government Commerce) da Inglaterra." (fonte: Wikipedia)

Como tudo na vida é aperfeiçoado o processo de melhores práticas também se aperfeiçoa e customiza de acordo com a evolução empresarial e a mudança de foco visando lucro, veja de forma concisa como "ITIL" foi aperfeiçoado:

"A versão inicial da ITIL consistia em uma biblioteca de 30 volumes, cobrindo todos os aspectos do Gerenciamento de Serviços de TI (GSTI). Em meados de 1990, a ITIL foi reconhecida como um "padrão de fato", no Gerenciamento de Serviços de TI (GSTI) ou IT Service Management (ITSM). Posteriormente a versão inicial foi revisada e substituída pela ITIL v2 (versão 2), que consistia em 7 volumes. A ITIL v2 se tornou a base padrão para a norma BS 15000, que se tornou um anexo da norma ISO 20000.

Em maio de 2007, foi lançada ITIL V3 (também conhecida como ITIL Refresh Project) consistindo de vinte e seis processos e funções, agora agrupadas sobre somente cinco volumes, arranjados sobre conceitos sobre uma estrutura de ciclo de vida de serviços.

Em 2009, o OGC anunciou oficialmente que ITIL v2 poderia ser descontinuado e lançou uma consulta de como poderia proceder."

Na verdade o modelo de gestão aplicando ITIL não é só aplicado a Tecnologia da Informação, pode ser aproveitado para toda e qualquer organização que pretende se organizar de acordo com as "boas práticas" internacionais e para que toda e qualquer organização empresarial possa se organizar seguindo este procedimento é necessário considerar os cinco principais livros que servem como a "Bíblia" de melhorias no processo de atendimento ao cliente (Out-door and in-door):

Estratégia de Serviço
Desenho de Serviço
Transição de Serviço
Operação de Serviço
Melhoria de Serviço Continuada


Na na junção dos valores acima você soma Pessoas, Processos(ITIL v2), Produtos/Tecnologia,Parceiros/Fornecedores e Serviços para gerar os almejados resultados para o negócio.

Desta forma podemos dizer que podemos de forma clara alinhar o framework ITIL (v1, v2 e v3) com outros frameworks e assim as melhorias ocorrem num ciclo de melhoria continuada.

Como existem três versões do ITIL, claro que da primeira versão para a terceira versão foi-se aprimorando o foco das melhorias e chegando-se ao foco de qualquer negócio que não seja filantrópico (Qual é?). Desta forma verificou-se que:

ITIL V1 - Estava mais focado a TI e que esta estava voltada a ser um provedor de tecnologia, na época(mais de 20 anos atrás) era o melhor a ser feito pois a informática dava saltos absurdos na modernização.
ITIL V2 - Alteraram o foco de TI para Prover Serviço, mais precisamente na qualidade e eficiência dos processos de TI.
ITIL V3 - Os gênios descobriram que o setor de TI na empresa sozinho não tras lucros para a empresa e os outros setores sem o setor de TI não produzem o produto fim com a mesma eficiencia e agilidade que necessita, ou seja, também não trás os lucros esperados, logo, porque não integrar os setores e foi isso que ocorreu na versão 03 do ITIL, é a integração dos setores da empresa mais os fornecedores para gerar valores tudo isso com o devido gerenmciamento de serviço para negócio e tecnologia.

Se olharmos bem as empresas de hoje, veremos procedimentos de melhores práticas sendo aplicadas a cada momento/fase do negócio.

Nas melhores práticas para a empresa ter uma identidade ela precisa incrementar em seus fucnionários a verdadeira razão dela existir, veja hoje nos sites das empresas quantas já devem ter definido na parte do site "About US" missão, visão e valores, uma empresa precisa definir estas três bases para ela de fato existir por mais tempo.

Se você hoje está pensando em abrir um negócio e está com um frio na barriga por não saber bem onde quer chegar, amadureça a idéia, visualize o negócio, visualize os concorrentes, monte um plano de negócio e defina bem os objetivos da empresa, tenho certeza que só assim você saberá onde pode chegar num curto espaço de tempo e onde quer chegar a médio e longo prazo.

E você, onde quer chegar?

Continuaremos no assunto amanhã.

Abraços!