Menezes Emidio Advogados Associados

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Comunicaçlões Unificadas - Mas o que é isso - UC?

É, todos tem falado muito em comunicações unificadas, mas será que todos nós estamos prontos para utilizar tanta coisa?

A resposta é muito simples: SIMMMMMM......temos de estar prontos para usar, pois nas empresas seja elas do tamanho que for, todos estão praticamente sem tempo, pior, sem tempo até para ter tempo. A idéia é muito simples, tornar mais pratico possível aquelas reuniões para definição de projeto, tornar prático aqueles trabalhos em colaboração, quanto mais remoto melhor, quanto menos eu sair da minha mesa mais produtivo eu serei. E como se faz isso, simples:

As comunicações unificadas (UC - United Communications) é a integração de serviços de comunicação em tempo real, tais como mensagens instantâneas (chat), informações de presença , telefonia (incluindo telefonia IP ), vídeo conferência , controle de chamadas e de reconhecimento de fala em tempo real com serviços de comunicação não é só isso, como também mensagens unificadas (integração de voz , e-mail , SMS e fax ). UC não é um único produto embarcado, é um pacote de aplicações e serviços em um equipamento ou mais que oferece uma interface unificada e consistente fácil de ser operada pelo usuário que possui múltiplos dispositivos multimídia.
UC também se refere a uma tendência para oferecer negócios de integração de processos , ou seja, para simplificar e integrar todas as formas de comunicação com vista a optimizar processos de negócio e reduzir o tempo de resposta, gerir os fluxos, e eliminar as dependências e os meios do dispositivo.
Em seu sentido mais amplo UC pode abranger todas as formas de comunicação que são trocadas através do meio da rede / TCP IP para incluir outras formas de comunicação, como Internet Protocol Television (IPTV) e de Digital Signage das Comunicações, conforme eles se tornam parte integrante da rede comunicações de implantação e pode ser dirigida como 1-1 comunicações ou transmissão de comunicações de um para muitos.
UC permite a um indivíduo para enviar uma mensagem em um meio de comunicação e receber os mesmos em qualquer outro suporte.Por exemplo, pode receber uma mensagem de voz e escolha para acessá-lo através do e-mail ou um telefone celular. Se o remetente é on-line de acordo com as informações de presença e, atualmente, aceita chamadas, a resposta pode ser enviada imediatamente através de chat de texto ou chamada de vídeo. Caso contrário, pode ser enviado como uma mensagem em tempo real que não pode ser acessado através de uma variedade de mídias.

Em resumo, podemos definir que a UC é sim uma solução que visa otimizar nosso tempo dentro do cotidiano empresarial, onde precisamos fazer tarefas múltiplas e para tornar o troço emocionante, TUDO COM PRAZO CURTÍSSIMO.

E você, está pronto para mais este avanço?

Abraçlos! 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Receita de dados da NTT DoCoMo ultrapassará a de voz em março

Além de já ter alcançado uma penetração de 100% de 3G, a japonesa NTT DoCoMo está prestes a conquistar uma nova marca: de acordo com o presidente e CEO da operadora, Ryuji Yamada, a receita média por usuário (ARPU) de dados deve ultrapassar a ARPU de voz em março próximo. Nos últimos três anos, a ARPU de voz caiu de quase 5 mil Ienes para cerca de 3 mil Ienes. Nesse período, a receita média por usuário de dados vem mantendo uma curva pequena de crescimento, porém constante.

A NTT acredita que o segmento de comunicação machine-to-machine (M2M) tem grande potencial para gerar mais receitas. "Hoje temos cerca de 3,86 milhões de módulos conectados, o que representa 44% do mercado de M2M no Japão, e devemos chegar a 2015 com 14,95 milhões de módulos", prevê Yamada.

A NTT aposta na expansão do número de dispositivos conectados para, em conjunto com fornecedores e parceiros de conteúdo, oferecer serviços diferenciados e convergentes e não ser apenas um "dumb pipe", ou seja, simplesmente um cano de tráfego de dados. "Estamos suscetíveis a nos tornar um dumb pipe, mas estamos determinados a não perder essa corrida", avisa Yamada. "Nossa estratégia é expandir nossa base de smartphones, implementar a infraestrutura de LTE e introduzir novos serviços convergentes", complementa. A ideia é expandir a conectividade para equipamentos industriais, automóveis e aparelhos eletrônicos de consumo. A meta da operadora é que esses novos serviços gerem 100 bilhões de Ienes em receitas até 2012.

Yamada participou do painel "Connecting the Dots - A 360° View on Consumer Electronics", que aconteceu nesta quarta-feira, 16, no Mobile World Congress, em Barcelona.

"Internet of everything"

Para o chairman e CEO da Qualcomm, Paul Jacobs, o telefone terá papel fundamental em um mundo em que tudo estiver conectado. "O telefone estará no centro de tudo, orquestrando todo esse ambiente complexo; porque se vamos interagir com todos esses dispositivos, é bom que seja algo transparente, simples e seguro".

Um das possibilidades, segundo Jacobs, é que tenhamos, num futuro não muito distante, uma série de serviços de interação peer-to-peer baseados em proximidade. "Até 2014, 70% de todos os eletrônicos de consumo terão conectividade com a internet e, na área de mobile health, mais de 400 mil sensores corporais sem fio serão fabricados", aponta.

Já o presidente e CEO da Nokia, Stephen Elop, destacou que o compromisso da fabricante é conectar o próximo bilhão de pessoas à Internet. "Não podemos esquecer que 8% da população estão fora do alcance da cobertura de telefonia móvel, mas podemos mudar isso em uma ação coletiva", diz. A Nokia está investindo para inserir browsers, redes sociais e serviços em parceria com operadoras e desenvolvedores locais em seus aparelhos de baixa gama.



Prontos para consumirem a tecnologia na marra?

Abraços!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Transição

Amigos,

Estou passando por uma fase de transição profissional e por isso não estou podendo nesta semana postar nada novo.

Espero que entendam e aguardem novidades.

Abraços!

Evandro Menezes

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Para discontrair no fim de semana

Quase não dá tempo de postar neste sábado, mas cheguei a um ponto de internet a tempo, vejam os micos abaixo:


Que mico né...tadinha.

Mas isso não é o bastante, veja esse cara que ascefalo......mas é engraçado mesmo:





Espero que gostem dessas..

Abraços!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O Ciclo de melhorias contínuas ou PDCA

Bom dia!

Já falamos de forma resumida sobre GOVERNANÇA CORPORATIVA sem mensionar(não por acaso) a prática do COSO ou do bom e velho CICLO PDCA, muito, mas, muito eficiente mesmo.

Não se desesperem, vou sim falar dos dois, porém, como COSO é um comitê americano, vou transcrever as alíneas abaixo:
"
O COSO® (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission) é uma organização privada criada nos EUA em 1985 para prevenir e evitar fraudes nas demonstrações contábeis da empresa.
Inicialmente criada como National Commission on Fraudulent Financial Reporting (em português: Comissão Nacional sobre Fraudes em Relatórios Financeiros), essa comissão era formada por representantes das principais associações de classes de profissionais ligados à área financeira. O primeiro objeto de estudo da comissão foram os controles internos da empresas. Essa comissão posteriormente tornou-se um comitê e passou a se chamar COSO - Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (em português: Comitê das Organizações Patrocinadoras).
O COSO é uma organização sem fins lucrativos, dedicada a melhoria dos relatórios financeiros, sobretudo pela aplicação da ética e efetividade na aplicação e cumprimento dos controles internos e é patrocinado pela cinco das principais associações de classe de profissionais ligados à área financeira nos EUA.
Em decorrência da globalização e padronização internacional das técnicas de auditoria, as recomendações da COSO, relativas ao controles internos, bem como seu cumprimento e observância, são amplamente praticados e tidos como modelo e referência no Brasil e na maioria dos países do mundo."(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/COSO)

Em resumo COSO é um comitê que desenvolveu um conjunto de normas técnicas e processos para auditoria nos controles internos da empresa. Um detalhe muito interessante é que foi desenvolvido uma Lei que mais parece uma ferramenta metodológica ou se preferir paradigmática utilizada de forma compulsória por auditores para a efetiva aplicação destes controles internos segundo os preceitos do COSO, e esta Lei/Paradigma é o famoso SOX(Sarbanes-Oxley), que deve ser aplicado em toda e qualquer empresa que se interessar em abrir o capital no mercado de valores, ah....detalhe não citado, não pode ser qualquer auditoria, só a Price fulana de tal, Ernest ciclana e tal e outras.

Pode não parecer mas o assunto hoje tem a ver com esta longa intrrodução, o CICLO PDCA.

PDCA - P- Plan "Planejar" ( Estabelecer as metas); D- Do "Executar" ( Executar o que foi estabelecido); C- Check "Verificar" ( Verificar o que foi executado); A- Action "Atuar" ( Em função dos resultados ), ciclo de Shewhart ou ciclo de Deming, é um CICLO de desenvolvimento que tem foco na melhoria contínua.
O PDCA é um método para atingir as metas, ou seja, método de gerenciamento de processos ou de sistemas. O Ciclo PDCA nasceu no escopo da tecnologia TQC (Total QualityControl) como uma ferramenta que melhor representava o ciclo de gerenciamentode uma atividade. Portanto, um diretor ou gerente ou vendedor precisam dominar o PDCA. Este método é o caminho para se atingirem as metas atribuídas aos produtos dos sistemas empresariais.


 http://www.anythingresearch.com/Strategic-Planning/PDCA-Plan-Do-Check-Act.htm

No CICLO PDCA há dois tipos de metas: 
-Metas para manter; 
-Metas para melhorar.

Metas para manter
Exemplos de Metas para manter: " Atender ao telefone sempre antes do terceiro sinal". Estas metas podem também ser chamadas de "metas padrão". Teríamos, então, qualidade padrão, custo padrão, prazo padrão, etc... As metas padrão são atingidas através de operações padronizadas. O plano para se atingir a meta padrão é o Procedimento Operacional Padrão (POP). O conjunto de procedimentos operacionais padrão é o próprio planejamento operacional da empresa. O PDCA utilizado para atingir metas padrão, ou para manter os resultados num certo nível desejado, pode então ser chamado de SDCA (S de Standard)
Metas para melhorar
Exemplos de Metas para melhorar: " Reduzir o desperdício em 10% em um mês" ou " aumentar a produtividade em 15% até dezembro." Para atingir novas metas, ou novos resultados, devemos modificar a "maneira de trabalhar", ou seja, modificar os Procedimentos Operacionais Patrão.

 Nos cursos e palestras que ministro nas empresas é fácil esclarecer onde melhor se aplica o ciclo PDCA, fazendo perguntas aos perguntadores:
Qual o "core-business" da empresa? R: Fertilizantes enlatados.
Qual é a meta da empresa para este mês/ano? R: 5 milhões/mês e 60 milhões/ano
Quem são os responsáveis por atingir as metas? Não chego a concluir a pergunta e a resposta vem a capela R: Departamento de Vendas!!!!......isso me dá uma gastura!!!!!

Não, não é somente o departamento de vendas o responsável pelas metas, e é este o motivo de estarmos aqui, como dizia um estudo da UFSC:
"As transformações que vêm ocorrendo na sociedade, onde informação e conhecimento são os bens
de maior valor, têm levado pessoas e organizações a reformularem seus comportamentos e estratégias,
visando manterem-se competitivas e sustentáveis. A Gestão do Conhecimento nas organizações propõe
desafios intrínsecos, dentre os quais estão a determinação de qual conhecimento se deve tomar como foco
de estudo e onde estão suas fontes. Nesse novo cenário, o conhecimento do próprio mundo, como mundo,
é necessidade intelectual e vital, simultaneamente. Impõe-se, pois, como a questão universal de todo ser
humano do novo milênio, não apenas o acesso à informação sobre o mundo, mas como articulá-la? Como
organizá-la? Como perceber o Contexto, o Global, o Multidimensional, o Complexo? Em relação a essas
questões, Morin (2004), menciona que para articular e organizar os conhecimentos e assim reconhecer os
problemas do mundo é necessário uma reforma de pensamento. Tal reforma, contudo, é paradigmática e
não programática: é questão fundamental de educação, já que se refere à aptidão do ser humano, para
organizar o conhecimento."

Para se implantar o processo de melhorias contínuas com o PDCA nesta empresa, será necessário mudar não só os procedimentos e individuais de um setor da empresa, mas a cultura individualizada no coletivo também, entendendo que, mudando os objetivos individuais para um objetivo unificado para o coletivo uma eespécie de reescrever "missão, visão e valor" e repensar os reais objetivos da empresa. Eu complico mas esplico:

A meta mensal daquela empresa era atingir o volume de vendas gerando um faturamento de 5 milhões certo? E qual seria o lucro real para os investidores;acionistas da empresa caso atinjam este volume, qual é o famigerado "market-share"? Um infeliz grita lá no fundão tentando camuflar a voz: 10% pela lógica = R$ 500.000,00 (Não, deste 10%, 20% é para o fundo de contingência da empresa).

Fiz as contas:
Se a empresa quer faturar R$ 5.000.000,00 e o lucro é de 10%( R$500.000,00), então o custo operacional é 90%(4.500.000,00) correto? R: simmmm

Vamos refazer o negócio da seguinte forma, e se manter a meta atual(que não sei qual é) e, implantarmos técnicas de governança corporativa com o ciclo PDCA e partir pras cabeças....hummm....não, não é cortar cabeças e sim agir:

Dos 90% de custo operacional se conseguirmos baixar para 80%, os investidores vão ficar mais feliz, mesmo com a meta atual? R: $immmm.

Pronto, está definido a nova metar corporativa, todos os setores apresentarão na aula de amanhã um plano para reduzir os custos do seu setor, de preferência sem cortar cabeças.

Entenderam o motivo da meta não ser somente da equipe de vendas?

Existe um conceito que diz: "Todo cliente interno é um multiplicador das pontencialidades dos produtos da empresa, se o produto é bem divulgado dentro da empresa, será multiplicado somente coisas boas sobre ele, mas se não é feito um excelente endo-marketing e o cliente interno não tem muito o que falar, logo será multiplicado o que for imaginado por ele, drja coisa boa ou num dia de mal-humor, coisa ruím", ou seja, todo funcionario da empresa é um vendedor natural da imagem da empresa, dos produtos da empresa, da sua própria imagem dentro e fora da empresa.

A meta de vendas e vender e atingir um dado volume de vendas, a meta de cada um dos outros setores é agilizar o processos operacionais e reduzir custos sempre. Tem empresas que premia o setor com a maior economia ou por atingimento de metas.

Por isso que em empresas fabrís ou mesmo de serviços o plano de melhoria contínua é mais que importante é excencial para o seu sucesso.

Muitos que não estão envolvidos nos processos da empresa nem devem saber, mas a sua empresa com certeza deve ter um procedimento mesmo que mínimo de melhoria continua, para perceber basta conhecer melhor os processos e procedimentos da empresa, com certeza terá um aviso na impressora dizendo pra imprimir somente o necessário, ou, regras de discagem nos telefones, ou VOIP, deve ter algum procedimento de administração do tempo, devem ter reuniões semanais, etc.

Fique atento e observe:

Sua empresa utiliza algum dos processos de melhorias contínuas para a maximização de lucros?

Abraços!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Continuando sobre Melhores Práticas - PMBOK

Bom dia!

Já falamos dos dois conceitos mais divulgadas no mitiê corporativo, ITIL e COBIT, hoje vamos ser mais práticos e concisos e falar do complexo PMBOK, e como podemos aplicar no dia-a-dia da sua empresa.

PMBOK - "Project Management Body of Knowledge, também conhecido como PMBOK[1] é um conjunto de práticas em gestão de projectos (português europeu) ou gerência de projetos (português brasileiro) publicado pelo Project Management Institute (PMI) e constitui a base do conhecimento em gerência de projetos do PMI. Estas práticas são compiladas na forma de um guia, chamado de Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos, ou Guia PMBOK.
O Guia PMBOK identifica um subconjunto do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos, que é amplamente reconhecido como boa prática, sendo em razão disso, utilizado como base pelo Project Management Institute (PMI). Uma boa prática não significa que o conhecimento e as práticas devem ser aplicadas uniformemente a todos os projetos, sem considerar se são ou não apropriados." (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Project_Management_Body_of_Knowledge).

Na prática PMBOK é um livro que serve como guia de boas práticas para melhor conduzir um projeto ou um conjunto de projetos. Como toda técnica de melhores práticas, o PMBOK já passou por atulizações sendo que a última ddocumentada foi em 2004 que consiste de 44 processos agrupados em cinco grupos e nove áreas de conhecimento.


Conjunto de conhecimentos de acordo com o PMBOK

  

Para o  melhor entendimento da distribuição de processos na tabela completa demonstrada acima, podemos usar a seqüência numérica 756 33 44 66. Cada número deste significa a quantidade de processos que uma área de conhecimento possui e, por isso, se somarmos os algarismos que compõem a seqüência, chegaremos a 44, sendo este o número total de processos do PMBoK.
Para associarmos cada algarismo à área de conhecimento, é preciso frisar que a disposição das áreas sempre será esta: Integração, Escopo, Tempo, Custos, Qualidade, RH, Comunicação, Riscos e Aquisições.
Pela associação, temos:
  • 7 processos no Gerenciamento de Integração;
  • 5 processos no Gerenciamento de Escopo;
  • 6 processos no Gerenciamento de Tempo;
  • 3 processos no Gerenciamento de Custos;
  • 3 processos no Gerenciamento de Qualidade;
  • 4 processos no Gerenciamento de RH;
  • 4 processos no Gerenciamento de Comunicação;
  • 6 processos no Gerenciamento de Riscos; e
  • 6 processos no Gerenciamento de Aquisições.
Desossando um pouco mais, temos:
Gerenciamento de Integração:
  • 7 processos ao todo.
  • 2 processos na Iniciação.
  • 1 processo no Planejamento.
  • 1 processo na Execução.
  • 2 processos no Monitoramento e Controle.
  • 1 processo no Encerramento.
Gerenciamento de Escopo:
  • 5 processos ao todo.
  • 3 processos no Planejamento.
  • 2 processos no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Tempo:
  • 6 processos ao todo.
  • 5 processos no Planejamento.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Custos:
  • 3 processos ao todo.
  • 2 processos no Planejamento.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Qualidade:
  • 3 processos ao todo.
  • 1 processo no Planejamento.
  • 1 processo na Execução.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de RH:
  • 4 processos ao todo.
  • 1 processo no Planejamento.
  • 2 processos na Execução.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Comunicações:
  • 4 processos ao todo.
  • 1 processo no Planejamento.
  • 1 processo na Execução.
  • 2 processos no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Riscos:
  • 6 processos ao todo.
  • 5 processos no Planejamento.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
Gerenciamento de Aquisições:
  • 6 processos ao todo.
  • 2 processos no Planejamento.
  • 2 processos na Execução.
  • 1 processo no Monitoramento e Controle.
  • 1 processo no Encerramento.
Por incrível que pareça, apesar de sua burocrática complexidade, teenho de adimitir que o procedimento como um todo funciona bem, volto a dizer que para pequenas empresas é complicado, mas este se aplica não só em TI, mas na esfera Governança Corporativa toda.

Como qualquer conjunto de metodologias, atens de usar, leia a bula, é importante saber se sua empresa está com capacidade operacional e técnica para implantar estes procedimentos de projetos. Existem software gratuitos que são muito bons, um deles é o DOT PROJECT, eu utilizo este e é muito prático, nos meus clientes por questão de compatibilidade de documentação eu utilizo o MS Project mesmo.

Ressalto que resumi o máximo necessário, mas este assunto é bem longo e neste caso passo aqui o link de um treinamento do Centro de Informática da UFPE coordenada pelo Sr. Hermano Perrelli (http://www.di.ufpe.br/~hermano/download/tutoriais/o-modelo-pmbok.pdf).

Sua empresa possui uma área de projetos? E ela segue qual metodologia?

Abraços!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Continuando sobre Melhores Práticas - COBIT

No artigo anterior puxei alguns fios do novelo chamado ITIL, fica evidente que: 
Como qualquer tipo de padronização e/ou prática a tendência sempre é o aperfeiçoamento da sua aplicabilidade;
Não é só no ambiente de tecnologia que é aplicado o modelo de melhores práticas ITIL;
Para a inclusão deste modelo é ideal ter um profissional de Processos e/ou a mais nova profissão Analista ITIL, documentar procedimento e gerir a sua aplicabilidade de forma constante até que a empresa sinta os efeitos cultural e financeiro leva um certo tempo, e, para empresas que requerem o ISO 20000 e a norma BS 15000 é mais que importante estas práticas.

Mas o assunto de hoje é COBIT?...oi...

COBIT - "do inglês, Control Objectives for Information and related Technology, é um guia de boas práticas apresentado como framework, dirigido para a gestão de tecnologia de informação (TI). Mantido pelo ISACA (Information Systems Audit and Control Association), possui uma série de recursos que podem servir como um modelo de referência para gestão da TI, incluindo um sumário executivo, um framework, objetivos de controle, mapas de auditoria, ferramentas para a sua implementação e principalmente, um guia com técnicas de gerenciamento. Especialistas em gestão e institutos independentes recomendam o uso do CobiT como meio para otimizar os investimentos de TI, melhorando o retorno sobre o investimento (ROI) percebido, fornecendo métricas para avaliação dos resultados (Key Performance Indicators KPI, Key Goal Indicators KGI e Critical Success Factors CSF).
O CobiT independe das plataformas de TI adotadas nas empresas, tal como independe do tipo de negócio e do valor e participação que a tecnologia da informação tem na cadeia produtiva da empresa." (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/CobiT).

O famigerado COBIT é sim excelente para uma corporação de médio à grande porte, para uma pequena empresa não é muito prártico, veja bem, isso é uma opnião e não um fato, mas tire as suas próprias conclusões após ler o artigo.

Eu vou fundamentar a minha opnião:

O COBIT é composto por 04 (quatro) domínios e estes possuem 34(sim trinta e quatro) processos dos quais 02 (dois) objetivos de controle para cada domínio. Os domínios são:
  • Planejar e Organizar
  • Adquirir e Implementar
  • Entregar e Dar Suporte
  • Monitorar e Avalia
Vamos agora mostrar que os 34 processos são bem divididinhos:
Planejar e Organizar
PO1 Definir um Plano Estratégico de TI
PO2 Definir a Arquitetura de Informação
PO3 Determinar o Direcionamento Tecnológico
PO4 Definir os Processos, Organização e Relacionamentos de TI
PO5 Gerenciar o Investimento em TI
PO6 Comunicar as Diretrizes e Expectativas da Diretoria
PO7 Gerenciar os Recursos Humanos de TI
PO8 Gerenciar a Qualidade
PO9 Avaliar e Gerenciar os Riscos de TI
PO10 Gerenciar Projetos

Muita atenção nestes processos de planejamento e organização, pois estes são os processos mais importan tes para a implantação da Governança de TI na sua empresa. São os procedimentos mais utilizados nas maiorias das empresas com algum procedimento de melhores práticas.

No ITIL v2 tem as 10 gerências que são de suma importância para a sua aplicabilidade e ter uma enorme chance de êxito. No COBIT são estes 10 processos.

Muita atenção pois a Governança em TI está cada vez mais sendo aplicada, hoje é difícil ver uma empresa que não fale esta linguagem e hoje já está faltando profissionais que gerenciem projetos e processos de implantação destas práticas e melhorias do conceito como um todo.

Adquirir e Implementar
AI1 Identificar Soluções Automatizadas
AI2 Adquirir e Manter Software Aplicativo
AI3 Adquirir e Manter Infraestrutura de Tecnologia
AI4 Habilitar Operação e Uso
AI5 Adquirir Recursos de TI
AI6 Gerenciar Mudanças
AI7 Instalar e Homologar Soluções e Mudanças

Os processos pertencentes a este domínio são importantes para expansão/mudança do parque tecnológico com o objetivo de ampliar a capacidade de processamento e aumentar a vida útil dos sistemas de TI.

Entregar e Dar Suporte
DS1 Definir e Gerenciar Níveis de Serviço
DS2 Gerenciar Serviços de Terceiros
DS3 Gerenciar Capacidade e Desempenho
DS4 Assegurar Continuidade de Serviços
DS5 Assegurar a Segurança dos Serviços
DS6 Identificar e Alocar Custos
DS7 Educar e Treinar Usuários
DS8 Gerenciar a Central de Serviço e os Incidentes
DS9 Gerenciar a Configuração
DS10 Gerenciar os Problemas
DS11 Gerenciar os Dados
DS12 Gerenciar o Ambiente Físico
DS13 Gerenciar as Operações

No domínio Entregar e Dar Suporte se aplica com foco nos aspectos de entrega de tecnologia da informação. Garantem a execução de aplicações dentro do sistema de TI e seus resultados, assim como os processos de suporte que permitem a execução de forma eficiente e efetiva. Esses processos de suporte também incluem questões de segurança e treinamento. São seguidos à risca por "contact-centers".

Monitorar e Avaliar
ME1 Monitorar e Avaliar o Desempenho
ME2 Monitorar e Avaliar os Controles Internos
ME3 Assegurar a Conformidade com Requisitos Externos
ME4 Prover a Governança de TI

Este é o último domínio mas não menos importante que os anteriores, o domínio de Monitorar e Avaliar lida com a estimativa estratégica das necessidades da companhia e avalia se o atual sistema de TI atinge os objetivos para os quais ele foi projetado e gerencia os requisitos para atender objetivos regulatórios. Ele também garantem as questões de estimativa, independentemente da efetividade do sistema de TI e sua capacidade de atingir os objetivos de negócio, controlando os processos internos da companhia através de auditores internos e externos.
Eu costumo dizer que neste último domínio é onde identificamos se todos os outros foram executados corretamente, por isso que temos sempre os auditores acompanhando este domínio de perto, pois existem ferramentas como o famoso "dash-board" onde se tem gráficamente o andamento da Governança como um todo, importante ressaltar que a funcção do Diretor de TI é alinhar todo o planejamento da Governança de TI com os objetivos de negócios da empresa, resumindo, alinhamento estratégico de TI com os negócios da empresa, visa potencializar o "core business"objetivando LUCRO.

Definições ortodoxas à parte, vale frizar que toda e qualquer empresa pode ter princípios de governança em TI, mas a aplicabilidade de COBIT ao pé da letra é pertinente para grandes empresas, pois até mesmo as médias empresas despreza alguns métodos e processos, podem até não adimitir, mas sim, desprezam processos que são inviáveis segundo sua estrutura real.

Por isso que antes de uma empresa implantar os processos de Governança em TI, normalmente é contratado uma consultoria para verificar se as condições atuais da empresa viabilizam a sua implantação.

Você já verificou se a sua empresa possui os procedimentos de COBIT ou se preferir a Governança em TI?

Abraços!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Compreendendo as melhores práticas - ITIL

Você certamente já ouviu falar dentro da sua empresa sobre o assunto MELHORES PRÁTICAS, ou se você trabalha em uma empresa de médio ou grande porte pode ter ouvido falar em "BPO - OUTSOURCING", estes termos na prática seria exatamente o quê?

Bom, vamos divir o assunto em duas partes, hoje eu falo sobre melhores práticas e amanhã eu falo sobre "outsourcing".

MELHORES PRÁTICAS

Hoje com as agilidade, eficiência, gestão de risco e busca pela maior qualificação, as empresa tem buscado consultores e/ou profissionais para inserir dentro de sua cultura os procedimentos de "melhores práticas" através dos conceitos de melhores práticas mais conhecidos e são eles:

ITIL - Information Technology Infrastructure Library
COBIT - IT Governance Framework (Voltado para TI)
PMBok - Project Management Budy of Knowledge

Estes são os principais, mas possui ainda outros mais complexos e mais voltados a controladoria que nesta oportunidade não nos aprofundaremos, hoje vamos dar uma visão geral sobre a técnica que é mais difundida e aplicada aqui no Brasil em todos os setores da economia:

ITIL - "Information Technology Infrastructure Library: é um conjunto de boas práticas a serem aplicadas na infraestrutura, operação e manutenção de serviços de tecnologia da informação (TI). Foi desenvolvido no final dos anos 1980 pela CCTA (Central Computer and Telecommunications Agency) e atualmente está sob custódia da OGC (Office for Government Commerce) da Inglaterra." (fonte: Wikipedia)

Como tudo na vida é aperfeiçoado o processo de melhores práticas também se aperfeiçoa e customiza de acordo com a evolução empresarial e a mudança de foco visando lucro, veja de forma concisa como "ITIL" foi aperfeiçoado:

"A versão inicial da ITIL consistia em uma biblioteca de 30 volumes, cobrindo todos os aspectos do Gerenciamento de Serviços de TI (GSTI). Em meados de 1990, a ITIL foi reconhecida como um "padrão de fato", no Gerenciamento de Serviços de TI (GSTI) ou IT Service Management (ITSM). Posteriormente a versão inicial foi revisada e substituída pela ITIL v2 (versão 2), que consistia em 7 volumes. A ITIL v2 se tornou a base padrão para a norma BS 15000, que se tornou um anexo da norma ISO 20000.

Em maio de 2007, foi lançada ITIL V3 (também conhecida como ITIL Refresh Project) consistindo de vinte e seis processos e funções, agora agrupadas sobre somente cinco volumes, arranjados sobre conceitos sobre uma estrutura de ciclo de vida de serviços.

Em 2009, o OGC anunciou oficialmente que ITIL v2 poderia ser descontinuado e lançou uma consulta de como poderia proceder."

Na verdade o modelo de gestão aplicando ITIL não é só aplicado a Tecnologia da Informação, pode ser aproveitado para toda e qualquer organização que pretende se organizar de acordo com as "boas práticas" internacionais e para que toda e qualquer organização empresarial possa se organizar seguindo este procedimento é necessário considerar os cinco principais livros que servem como a "Bíblia" de melhorias no processo de atendimento ao cliente (Out-door and in-door):

Estratégia de Serviço
Desenho de Serviço
Transição de Serviço
Operação de Serviço
Melhoria de Serviço Continuada


Na na junção dos valores acima você soma Pessoas, Processos(ITIL v2), Produtos/Tecnologia,Parceiros/Fornecedores e Serviços para gerar os almejados resultados para o negócio.

Desta forma podemos dizer que podemos de forma clara alinhar o framework ITIL (v1, v2 e v3) com outros frameworks e assim as melhorias ocorrem num ciclo de melhoria continuada.

Como existem três versões do ITIL, claro que da primeira versão para a terceira versão foi-se aprimorando o foco das melhorias e chegando-se ao foco de qualquer negócio que não seja filantrópico (Qual é?). Desta forma verificou-se que:

ITIL V1 - Estava mais focado a TI e que esta estava voltada a ser um provedor de tecnologia, na época(mais de 20 anos atrás) era o melhor a ser feito pois a informática dava saltos absurdos na modernização.
ITIL V2 - Alteraram o foco de TI para Prover Serviço, mais precisamente na qualidade e eficiência dos processos de TI.
ITIL V3 - Os gênios descobriram que o setor de TI na empresa sozinho não tras lucros para a empresa e os outros setores sem o setor de TI não produzem o produto fim com a mesma eficiencia e agilidade que necessita, ou seja, também não trás os lucros esperados, logo, porque não integrar os setores e foi isso que ocorreu na versão 03 do ITIL, é a integração dos setores da empresa mais os fornecedores para gerar valores tudo isso com o devido gerenmciamento de serviço para negócio e tecnologia.

Se olharmos bem as empresas de hoje, veremos procedimentos de melhores práticas sendo aplicadas a cada momento/fase do negócio.

Nas melhores práticas para a empresa ter uma identidade ela precisa incrementar em seus fucnionários a verdadeira razão dela existir, veja hoje nos sites das empresas quantas já devem ter definido na parte do site "About US" missão, visão e valores, uma empresa precisa definir estas três bases para ela de fato existir por mais tempo.

Se você hoje está pensando em abrir um negócio e está com um frio na barriga por não saber bem onde quer chegar, amadureça a idéia, visualize o negócio, visualize os concorrentes, monte um plano de negócio e defina bem os objetivos da empresa, tenho certeza que só assim você saberá onde pode chegar num curto espaço de tempo e onde quer chegar a médio e longo prazo.

E você, onde quer chegar?

Continuaremos no assunto amanhã.

Abraços!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Continuando com "Software Livres"....

No último sábado falei sobre como montar e operacionalizar um escitório inteiro somente com softwares livres, fica turbinado e funcional, basta treinar seus companheiros de trabalho, mas o assunto de hoje só vem a agregar com argumentações sólidas de como se utilizar de um meio gratuito para fazer ações de um grupo gerarem negócios. Estou falando de rede colaborativa ou inteligência coletiva.Estou falando de Google Docs, de forum ou grupo de discuções, de enquetes, de contadores, enfim, tudo que se possar medir, contribuir, incrementar, postar, etc.

Isso, o assunto ainda não está claro:

Estou falando de máximas como "Duas cabeças pensam melhor que uma", os blogs, foruns e edição de texto colaborativos em documentos abertos como Google Docs, tem ajudado empresas a aumentar suas receitas, tem ajudado profissionais a serem recolocados (Linked-in), tem ajudado internautas a encontrarem respostas, sites de notícias a corrigir erros, etc.

Estou falando de ganhar dinheiro com seus conhecimentos e é claro com os conhecimentos alheios, basta ter um espaço no seu site para construir este encontro: PROBLEMA & SOLUÇÃO.

Segue abaixo descrito um texto na íntegra sobre este assunto, quem quizer ver o site da fonte, segue: (http://imasters.com.br/artigo/19562/tendencias/inteligencia-coletiva), abaixo o texto:



Tendências


Inteligência Coletiva

Segunda-feira, 24/01/2011 às 09h00, por Erick Formaggio





A colaboração na internet é uma forma de "inteligência coletiva". Trata-se de um termo popularizado por Tim O´Reilly, fundador da O'Reilly Media (antigamente nomeada O'Reilly & Associates) e entusiasta de movimentos de apoio ao software livre e código livre( GOOSSEN, 2009), mas podemos considerar que esse conceito sempre existiu desde os primórdios da sociedade humana. A diferença é que, nos dias atuais, a internet é usada como ferramenta para tornar mais ágil esse tipo de inteligência coletiva e, por conta disso, esse conceito ganhou novas dimensões. Podemos identificar três formas de gerar Inteligência coletiva:



  • Inteligência Coletiva Inconsciente: na qual o usuário contribui com informações mesmo sem saber, pelo simples ato de navegar, ou seja, seu "rastro". Nessa categoria, podem ser considerados cliques em links, figuras, preenchimento de formulários etc. Essas informações são registradas pelos servidores e pelos softwares que irão reunir os dados e fornecer determinadas informações e padrões.

"[...] cada clique com o mouse ou o teclado é uma decisão, passível de ser registrada e aproveitada por determinado sistema que a organiza e permite que os outros se beneficiem do rastro deixado por quem veio antes. Desta forma, um usuário pode saber qual o livro mais vendido numa livraria. Ou, no caso de um blog, qual dos artigos publicados foi mais lido ou comentado, criando um critério de relevância, que acelera a decisão do visitante [...] (CAVALCANTI; NEPOMUCENO, 2007, p. 36)"


  • Inteligência Coletiva Consciente: modalidade reservada a alguns grupos, na qual é necessário o esforço dos membros para sua efetiva concretização. O desenvolvimento do Linux e de outros "softwares livres", o empenho de usuários nas listas e nos fóruns de discussões em resolver determinado problema podem ser bons exemplos de inteligência coletiva consciente, na qual os participantes sabem que estão desenvolvendo algo em prol de uma causa.

"O exemplo mais significativo são as listas de discussão por temas específicos, que ajudam na organização, filtragem, avaliação e recuperação da informação para gerar conhecimento tanto para os que estão na comunidade quanto para os que virão. O desenvolvimento do Linux e de outros programas de software livre é a demonstração mais notória do poder desta modalidade, com listas focadas em um objetivo (no caso, o de elaborar um sistema) que há anos vem trocando informações para gerar conhecimento em forma de softwares. (CAVALCANTI; NEPOMUCENO, 2007, p. 38)"


  • Inteligência Coletiva Plena: é aquela que consegue unir em um mesmo ambiente as duas anteriores.


O quadro a seguir mostra as características mais marcantes da inteligência coletiva consciente e inconsciente:



Características da Inteligência Coletiva Consciente e Inteligência Coletiva Inconsciente. (Cavalcanti e Nepomuceno, 2007 p.40)


Inteligência Coletiva por meio de redes sociais



Existem inúmeras redes sociais onde é possível aproveitar-se da inteligência coletiva. A comunicação livre, horizontal, permite que algumas empresas aproveitem-se desses meios para monitorar comportamentos dos consumidores, identificar tendências de mercado e até monitorar suas marcas, já que a participação dessas pessoas é relevante no processo de compra de outras pessoas. Pensem que os usuários de hoje são sofisticados e procuram por informações relacionadas aos produtos que os interessam em diversos meios, para obterem opiniões de outras pessoas e estarem seguros de sua compra.

É possível utilizar a inteligência coletiva por meio de sites de redes sociais na internet de modo muito eficiente. O LinkedIn é uma rede que proporciona a colaboração de muitos desses tipos de usuários, pois disponibiliza uma coleção de dados de profissionais que se conectam de diversas formas: seja como um simples colega de trabalho, seja em uma relação cliente/fornecedor ou mesmo através de eventos. Essa rede tão bem articulada liga vários profissionais de diversas áreas e mostra suas qualidades, além de alguns projetos em que trabalharam. É possível, inclusive, obter informações e indicações sobre determinado trabalho realizado pelo respectivo profissional, através do LinkedIn. Empresas podem navegar por essa ferramenta em busca de profissionais gabaritados e competentes em determinado setor ou área de atuação.

No YouTube, uma ferramenta que possibilita a inserção de vídeos por seus usuários, gravadoras de todo o mundo possuem canais onde disponibilizam clipes de seus artistas. A gravadora europeia "NuclearBlast", por exemplo, tem seu canal no YouTube (http://www.youtube.com/user/NuclearBlastEurope), onde disponibiliza vídeos dos seus artistas, além de permitir que seus usuários comentem e colaborem também com a comunidade.


Fora dos sites de redes sociais



Perceba que a inteligência coletiva não depende somente dos sites de redes sociais. Fora deles, também é possível reconhecer a inteligência coletiva. Como exemplo, dois casos podem ser citados: Google e GoldCorp.

O Google utiliza-se da inteligência coletiva para o funcionamento de seu PageRank, um dos algoritmos responsáveis por atribuir um nível de popularidade a um site. Basicamente, o PageRank considera os links que apontam para um determinado site como votos. Dessa forma, um blogueiro, por exemplo, ao comentar uma determinada notícia publicada em um jornal e referenciá-la por meio de um link dá um voto para a página da notícia.

Na época da crise do ouro em 1999, a GoldCorp tinha como seu principal executivo, Rob McEwen. A empresa passava por problemas como: greves, dívidas e um custo alto de produção.

Inspirado por casos de colaboração como o do Linux, por exemplo, Rob McEwen teve a ideia de trazer para a GoldCorp o conceito de colaboração, para que a empresa pudesse encontrar ouro e usufruir do conhecimento de outras pessoas, agregando valor à empresa de forma inteligente. Para isso, o executivo promoveu o que ficou conhecido como "Desafio GoldCorp", que premiaria em US$ 575 mil dólares os ganhadores. O desafio consistia em liberar, por meio de seu site na internet, os dados geológicos da empresa, disponíveis desde sua fundação até os dias de hoje. Esses dados poderiam ser analisados por especialistas no mundo todo, que deveriam propor uma forma de se encontrar os minérios desejados pela companhia.

Os ganhadores do desafio partiram de uma junção de dois grupos da Austrália: Fractal Graphics e Taylor Wall & Associates, que juntos desenvolveram uma poderosa descrição gráfica da mina em 3D sem nunca antes terem tido algum contato físico com as minas. Isso fez com que o custo de produção das minas diminuísse, e a saúde financeira da empresa voltasse ao normal.


Caso InnoCentive


Esse é um caso que me chama bastante a atenção, pois se trata de uma empresa totalmente voltada à colaboração. A InnoCentive, empresa americana sediada no estado de Massachusetts, na cidade de Waltham, nasceu em 2001. Teve origem em um brainstorming sobre como modelos de relacionamento poderiam criar rupturas nas práticas de negócios. Aaron Schach e Alph foram os fundadores dessa patente.

Atualmente, a empresa é liderada pelo seu presidente Dwayne Spradlin. Trata-se de uma comunidade aberta para soluções de problemas e pesquisa. Aberta, pois conta com profissionais (chamados de Solvers ou "solucionadores") que podem inscrever-se para solucionar algum tipo de problema. A InnoCentive basicamente lista uma série de desafios científicos, de algumas empresas (Seekers, que buscam soluções), que precisam de respostas, ligando de uma forma inteligente essas instituições às pessoas que pesquisam ou estudam a área problemática, para que possam ajudar a resolver determinado problema ou proporcionar inovação. Tanto empresas que irão lançar um desafio ou apresentarão um problema, quanto os candidatos que irão tentar resolvê-lo, fazem um cadastro no site. Como premiação, as pessoas que conseguirem resolver os problemas listados de uma forma viável recebem recompensas em dinheiro.

Essa plataforma permitiu a um químico aposentado, Werner Mueller, por exemplo, receber um valor financeiro por resolver um problema de uma empresa farmacêutica. O químico desenvolveu um método simples e barato de produção, para um determinado medicamento.

Certo dia, no final de 2001, uma empresa farmacêutica necessitava de matéria-prima bruta para um produto que seria colocado no mercado. Apesar de o composto químico não ser tremendamente caro, o método para produzi-lo era ineficiente, o que afetava bastante o custo final do medicamento. A equipe interna de P&D estava se esforçando para encontrar uma solução, e o projeto já havia estourado o orçamento. Então, a equipe postou o problema no InnoCentive, onde Mueller logo o reconheceu. Era um problema que Mueller identificou graças às suas décadas de experiência como químico. Ele foi trabalhar em seu laboratório e, pouco depois, enviou uma solução valiosa. A empresa ficou muito satisfeita - era uma solução que ainda não havia sido levada em consideração - e Mueller ficou US$ 25 mil mais rico. Ele reinvestiu o prêmio em seu laboratório e transformou o hobby da sua aposentadoria em uma empresa de consultoria. (TAPSCOTT; WILLIAMS, 2007 p. 125)

Sendo assim, é possível crer que a colaboração, do ponto de vista da web, é o ato de permitir que o usuário de internet participe das etapas e dos processos relacionados a algum tipo de atividade, e a inteligência coletiva é o que ocorre quando isso acontece.



Erick Formaggio

Erick Formaggio é Gerente de Projetos da Cadastra, primeira Agência SEM do Brasil. É graduado em Sistemas de Informação (FIO/Ourinhos-SP) e atualmente realiza pesquisas na área de engenharia web (www.twitter.com/erickformaggio).






E você já participou de algum blog ou outro tipo de rede colaborativa?

Abraços!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Cara é muito produtivo, só vendo mesmo

Uma seleção de gafes de diferentes emissoras brasileiras nos faz crer que nas falácias de auto-ajuda:

É FÁCIL, MAS MUITO FÁCIL GANHAR DINHEIRO NÉ, SE ELES GANHAM VOCÊ TAMBÉM PODE:



É só curtir.

Abraços!

E DESCE A LETRA SÓ PARA DESCONTRAIR

Olha, o cara é meio maluco narcisista mas é digamos assim chucramente antenado, veja o vídeo do maluco:



Não esqueçam, hoje postarei mais um video inteligentemente descontraído pois ontem não tive muito como entrar na net.

O que você acha sobre a nossa falta de ação contra as injustiças políticas?

Abraços!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Série de idéias para turbinar seus negócios: Software Livres

Finalmente voltou ao normal noss sistema aqui no escritório. Hoje consigo acessar a tela de edição deste Blog.

Falarei hoje sobre os "software" livres, que estão aí em grande quantidade disponíveis para "download" e para serem muito bem utilizado por vocês, assim espero.

Começaremos primeiro pela fonte, onde se consegue com uma certa facilidade fazer o "download" dos "software" livre? Existem uma série de "websites" especializados neste tipo de serviço, mas por questão de facilidade para nós Brasieleiros, segue abaixo os mais conhecidos:

http://www.baixaki.com.br/linux/
http://www.superdownloads.com.br/

Agora vamos pensar num escritório de pequeno porte com aproximadamente 10 estações mais um servidor multiserviços:

Vamos começar pelo servidor multiserviços, ou seja, 

Servidor de ERP/CRM;
Servidor de Back-up;
Servidor de Rede;
Servidor Proxy;
Firewall.

Tudo isso sendo gerenciado pelo sistema operacional "open source" Linux, com diversas ferramentas "free" como por exemplo, IPCOPY para servidor de REDE, DNS, Cache, firewall e Proxy.

Não vou entrar no mérito do nome dos softwares por uma questão comercial e por uma questão de praticidade, quem tiver maiores interesses, pode nos escrever que eu mesmo responderei.

Mas e as estações de trabalho:

Podem também operar com linux o que o cliente(usuário) tiver mais facilidade de utilizar, normalmente é Ubuntu e Debian, mas e editores de texto, planilhas, apresentações, tudo pode ser feito com a versão gratuita do "office", é o "Br Office", ou "open office", esta suite de aplicativos possui tudo que o "Ms Office" possui com a diferença de ser gratuito e você pode salvar suas criações em extensões compativeis com" Ms Office", tem ainda o navegador de internet mais famoso do mundo e particularmente eu o considero o mais interessante para aquele que estão migrando do "IE" para ele, o "firefox", sem contar os gravadores de DVD, os editores de imagem, os codificadores e decodificadores  de vídeo, ferramentas de edições de apresentações, arquivos fechados, o compactador super completo "WINRAR", e assim por diante.

Um técnico especializado no assunto consegue montar seu ambiente de rede, mais o seus sistemas de gestão como Projetos, CRM, ERP, Integradores Aberto, etc, além de uma rede segura, eficiente, controlada, filtrada e muito, mas muito rápida.

Qual o custo?

A mão de obra costuma a ser mas cara que o normal, costuma ser de maior qualidade, pois não é qualquer um "fuçado" que monta e os equipamentos que nos dois casos teria um custo, não muda.

O que muda? Muito mais controle e ainda você pode ter a possibilidade de ter um sistema de telefonia completamente digital "IP(Internet Protocol)" é muito bacana.

Desvantagem: A DESINTOXICAÇÃO DOS USUÁRIOS COM RELAÇÃO AO WINDOWS - Leve-os primeiro ao uma espécie de entidade AVPM(Associação dos Viciados em Produtos Microsoft), depois pode convidá-los a trabalhar no novo escritório..

E Você está pronto para uma mudança tão radical como esta?

Abraços!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Série: Conhecendo Tecnologias pró-Business

A partir de hoje iniciarei uma série de artigos sobre as tecnologias que facilitam seu dia-a-dia nos negócios e o melhor, alavancam novos negócios e pontencializam o aumento de receita com os clientes atuais.

O temas a serem tratados terão como objetivo mostrar o lado "free" das tecnologias em seus diferentes setores, e como coadjuvante as tecnologias de baixo custo co auto valor agregado.

Serão artigos curtos de fácil leitura para não desmotivar ninguem de ler.

O artigo de hoje que será postado a seguir será na área dos softwares livres que podem turbinar os seus negócios, desde os editores de texto até ERP, Project, CRM, etc.

Este como tem muita coisa boa para ser indicado e aplicado será o nosso assunto hoje e amanhã.

Espero que gostem.

O que você se interessa na área de tecnologia?

Abraços!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

"Business Plan" - Pronto para Capitar Investidores?

O assunto de hoje é pertinente, pois estou focado neste tema nos últimos 5 diase estou tão impressionado com o corpo que está ganhando que resolvi dividir um trecho que entendo ser o mais importante ´para a capitação de investidores.

Isso quem é da área sabe que estou falando do SUMÁRIO EXECUTIVO do BP (Business Plan) ou se preferir PL (Plano de Negócio), sim, o sumário, pois quando o BP é lançado no mercado para captação de investidores, estes para não perderem tempo, lêem apenas o sumário executivo, em sendo empolgante, interessante e acima de tudo bem escrito com a clareza e objetividade que se exige nesta área, prontinho, você conseguiu a atenção necessária para que um investidor lhe chame para fazer uma apresentação formal do seu engenhoso plano de negócio. Daí pra frente, competente em apresentação (que não é saudável durar mais que 15 minutos) como você é, o negócio poderá ter um investidor.

É verdade, eles não chegam a ler o BP por inteiro, não perdem mais que 10 minutos para lerem o sumário se este for muito extenso nem o sumário eles lêem.

Para se fazer um cativante sumário vou compilar um pouco do que aprendi:

O Sumário deve possuír as respostas para os seguintes questionamentos:

Quem é você?
Qual a sua estratégia/visão?
O que você está fazendo?
Qual o propósito de fazê-lo?
Qual é o seu mercado?
Qual o investimento necessário?
Como será utilizado?
Quais as vantagens competitivas(produto/serviço)?

O que não pode ter no sumário?

Um resumo (não faça isso cabeção);
Uma introdução;
Um prefácio;
Uma coletânia de frases.

O que não deve nunca ter num sumário é a base natural dos erros mais comuns, vejam:
  • Falta de enfoque nos pontos principais;
  • Tamanho excessivo;
  • Tentativa de incluir tudo o que está no business plan;
  • Incapacidade de mostrar a oportunidade única que o negócio oferece;
  • Falta de apresentação dos principais aspectos do investimento pretendido (quantidades, aplicações de recursos, retorno, etc.);
  • Incapacidade de gerar entusiasmo.


Se você empreendedor tem dificuldades de montar um BP, não se desespere, este não será o maior desafio que irá enfrentar, muitos dos empreendedores que entrevistei nas redes sociais declara que a maior dificuldade está em fazer uma pesquisa detalhada do produto/serviço no mercado para levantamento dos principais concorrentes, os diferenciais competitivos; a precificação de referência, "markup" e por fim gráfico com o marco do produto/serviço.

Se estiver munido destas informações em mãos, o restante é customização e formatação, além de uma excelente redação.

Pois, modelos, "scripts" prontos, e demias fontes que necessitam para montar o seu BP existe aos montes na web.

Ah....os locais recomendados para conseguir o contato destes investidores que estão famintos para apostar na sua idéia são:

SEBRAE;
INCUBADORAS;
EMPRESAS DE CAPITAL DE RISCO;
JORNAIS ECONÔMICOS;
ETC.

Aposte na sua competência e convença os outros disso e pronto, que venham os investimentos.

Você é um profissional empreendedor(a)?
Qual a sua idéia de negócio hoje?

Vamos....participem, comentem,,,,,,

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Marketing Multinivel ou PTC (Paid-to-Click)

O tema de hoje é sobre uma coqueluche que está se expandindo cada vez mais na web e está deixando muitos especialistas em segurança digital e especialistas em direito do consumidor de cabelos em pé.

O incompreendido e difamado MMN (Marketing Multinível) e o famigerado PTC (Paid-to-Click) e outros Programas de afiliação.

MMN - "Marketing multinível, também conhecido como marketing de rede, é um sistema de marketing caracterizado pela formação de uma rede de contatos através da indicação de novos associados, por parte dos antigos.
De acordo com Will Marks[1] “O marketing de rede é um sistema de distribuição, ou forma de marketing, que movimenta bens e/ou serviços do fabricante para o consumidor por meio de uma ‘rede’ de contratantes independentes”. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_multin%C3%ADvel)

PTC - "Paid-to-Click, existem poucos programas legítimos onde não tem produtos ou serviços (portanto não são marketing multinível), mas onde pode-se indicar pessoas, são chamados principalmente de PTC (paid-to-click) e programas de afiliação. Mas é preciso muito cuidado porque existem muitas ofertas com promessas de ganhos fáceis e rápidos e a grande maioria destes programas são Scams, ou seja não pagam de fato, ou no início pagam e depois param, ou são programas para fazer listas de emails ou até mesmo programas para infiltrar programa espião em seu sistema." (http://nuskin.sites.uol.com.br/separenew.htm).

A diferença entre as duas modalidades é, uma possui verdadeiramente um produto e este é comercializado no modelo multinivel ou seja:
         EU
          1
         2 2

       3 VC 3
    4 4 1 1 4 4 Minha organização tem apenas 12 líderes abaixo de mim
----------------------
       2 2 2 2    Sua organização tem 20 líderes abaixo de você
    3 3 3 3 3 3
  4 4 4 4 4 4 4 4

Então não pode ser chamado de pirâmide (o que é ilegal no Brasil) mas deve ser muito estudado antes de entrar neste tipo de negócio, pois tem muitas "empresas" de índole no mínimo duvidosa que praticam o outro tipo de negócio dourando-o como se fosse MMN.

Cuidado, cuidado e cuidado, veja um exemplo:

....Você adquire nosso super kit inicial e ganhe até R$ 2.400,00 por mês sem sair de casa....(aí você muito encantado se inscreve e compra) chega uma carta dizendo, parabéns, você é o mais novo membro, agora assine o termo de interesse e nos envie com o boleto anexo mais o comprovante de pagamento, o valor se refere as custas operacionais e ao kit preparatório, e quando finalmente você é da "turma" vem o explicativo do que é que você irá vender: o mesmo que te venderam, ou seja, a idéia de vender alguma coisa.....ahahahahaha.....é um absurdo.

O MMN não é assim, requer muito trabalho e desenvoltura comercial, não requer conhecimento sobre o produto a ser comercializado, mas em via de regra, você pode vender diretamente o produto e ainda ser o distribuidor que será comissionado por dar suporte de venda para os novos membros do negócio e estes podem fazer a mesma coisa podendo ganhar até mais que você que começou tudo,vai do esforço e habilidade de aprendizado de cada um. Falando assim você já deve ter associado o descrito acima com alguns produtos muito conhecidos, mas posso citar alguns: Herbalife e Sara Lee são exemplos clássicos.

Espero ter esclarecido.

E você, já te convidaram para participar de algo do gênero?


Um grande abraço!